Pedidos de bens duráveis nos EUA surpreendem com alta de 0,8% em setembro
da Folha Online
Os pedidos de bens duráveis nos EUA em setembro tiveram um crescimento de 0,8%, chegando a US$ 207,8 bilhões, resultado que surpreendeu analistas, que viram no indicador um sinal de resistência do setor industrial americano à crise. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo Departamento do Comércio.
A expectativa era de que os pedidos tivessem registrado uma queda de 1% a 1,5% no mês passado.
O dado de hoje marca também o quarto aumento nos últimos cinco meses, segundo o departamento. Em agosto, o indicador havia apresentado queda de 5,5%.
Excluindo o setor de transporte, as novas encomendas de bens duráveis tiveram uma ligeira queda de 1,1%. Excluindo apenas os pedidos do setor de defesa, também houve queda, mas menor, de 0,6%.
A produção das fábricas, minas e unidades de serviços públicos dos Estados Unidos caiu 2,8% em setembro, maior queda mensal desde dezembro de 1974, informou o Federal Reserve (Fed, o BC americano) no último dia 16. Em um ano, a produção industrial caiu 4,5% e, no terceiro trimestre, diminuiu 0,6%. Segundo analistas, a previsão era de uma redução de 1,5% na produção industrial do mês passado.
Entre os fatores que influenciaram no descenso de setembro está uma greve da Boeing e o impacto dos furacões Gustav e Ike. A produção das fábricas, que representa quase 80% da atividade industrial, caiu 2,6%, e a utilização da capacidade instalada desceu de 78,7% em agosto para 76,4% em setembro.
Leia mais
- Confiança do consumidor nos EUA cai ao menor nível em 41 anos
- Preço de casas nos EUA tem queda recorde em agosto
- Vendas semanais de redes de lojas sobem 0,5% nos EUA
- EUA pedem que bancos voltem a conceder empréstimos
- Lojistas esperam Natal fraco nos Estados Unidos
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre a crise financeira global
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria



avalie fechar
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
avalie fechar
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
avalie fechar