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Dinheiro
29/10/2008 - 11h17

Banco central chinês reduz taxa de juros para estimular a economia

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da Efe, em Pequim

O Banco do Povo da China (BC do país) anunciou nesta quarta-feira a redução da taxa de juros de depósitos e empréstimos. A taxa de juros de empréstimos em yuans de um ano ficou em 6,66%, contra a taxa anterior de 6,93%; já os juros de depósitos em yuans de um ano ficou em 3,60%, contra os 3,87% anteriores.

Segundo a agência oficial de notícias Xinhua, os cortes que entrarão em vigor amanhã têm como objetivo impulsionar o crescimento econômico do país.

Após a redução, a taxa de juros para os depósitos a um ano passará a partir de amanhã para 3,60%, frente à anterior de 3,87%, enquanto a de empréstimos a um ano cairá de 6,93% para 6,66%.

A decisão do banco central chinês é mais uma das registradas em todo mundo para estimular a economia em meio à crise financeira global.

Economistas vinculados a instituições governamentais advertiram sobre o impacto negativo que a crise financeira mundial terá na zona rural chinesa, já que impedirá que a receita dos agricultores aumentem na medida em que Pequim pretendia e isso será especialmente visível durante 2009.

O crescimento da receita dos camponeses chineses em 2008 será de cerca de 7%, mas o objetivo do Governo era que aumentasse em 9%, disse Cheng Guoqiang, economista do Centro de Desenvolvimento e Pesquisa do Conselho de Estado, citado pelo jornal oficial "China Daily".

A crise financeira atingiu nos mercados agrícolas e os camponeses viram os preços dos produtos caíram substancialmente, destacou Cheng.

Nos últimos três meses, a soja caiu perdeu cerca da metade do valor e o preço do trigo caiu em 20% a 30% nos mercados internacionais, disse Cheng, que acrescentou que, apesar dos recentes movimentos de Pequim para elevar o preço do grão, existem grandes possibilidades que os preços também percam na China.

Comentários dos leitores
Fernando Andrade (14) 04/07/2009 13h52
Fernando Andrade (14) 04/07/2009 13h52
Marolinha
O povo brasileiro não sabe o poder que tem. Leio muitos comentários aqui passando a ideia de que nós estamos sofrendo com a crise, que é muito mais do que o presidente Lula falou, que estamos numa pior..enfim. Claro que estamos sendo afetados pela crise, quem não está? Mas essa crise é muito mais psicológica do qualquer outra coisa para nós. Podemos sair dele numa boa e estamos nos virando bem, quer queiram ou não! O povo brasileiro (de verdade) mudou após a era Lula. Esses sim são sinais claros de que devemos acreditar no Brasil. Não um bando de pessimistas que gostam de menosprezar o Brasil.
O que falta realmente é um povo unido para juntos combatermos a desigualdade social, melhoramos a educação e criarmos o alicerce para que este país seja um lugar melhor para se viver. Parem de criticar e apresentem soluções!!!!
sem opinião
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M Mig (1471) 03/07/2009 15h00
M Mig (1471) 03/07/2009 15h00
Ontem ouvi no rádio um jornalista que fala sobre o mundo automotivo dizer que não houve tsunami e nem marola por que o brasileiro continua comprando carros. Ora, um habito comum ao brasileiro é a ostentação, para isso muitos se endivida para adquirir bens que não são compatíveis com seu nível de vida. Esse fenômeno podemos observar principalmente com três bens de consumo:
-Roupas e calçados: O sujeito ganha mil e quinhentos reais, mas ele tem um tênis que custa seiscentos reais.
-Celular: A pessoa economiza até em sua alimentação, mas tem um smartfone.
-Carro: O sujeito se endivida por oito anos para comprar um carro (em 2007 o aumento de financiamentos de veículos aumentou 43,5% e desde então tem crescido a cada ano) e muitas vezes não tem dinheiro para mantê-lo ou para pagar pelo financiamento, o que causa o aumento do número de recuperações de veículos por financeiras (observado desde o ano passado).
Em suma, o jornalista fez uma afirmação ignorando que a compra de carros é impulsionada pela capacidade de endividamento, ignorando as centenas de milhares de demissões (comprovadas pela redução de captação de impostos), o aumento da inadimplência (cheque especial e financiamento de veículos são os lideres). A disseminação desse tipo de convicção cega e impede que a população exija retidão e resultados do governo federal. É lamentável que um jornalista use as atribuições de sua função para disseminar sua opinião ignorando os fatos.
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Sergio Torres da Silva (104) 02/07/2009 20h27
Sergio Torres da Silva (104) 02/07/2009 20h27
Condenado a 150 anos e cobertura confiscada.
Um belo exemplo de, liberdade enquanto conseguiu esconder e punição quando foi descoberto.
Acho que precisamos, aqui no Brasil, exercitar mais os atos de punição.
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