Banco central chinês reduz taxa de juros para estimular a economia
da Efe, em Pequim
O Banco do Povo da China (BC do país) anunciou nesta quarta-feira a redução da taxa de juros de depósitos e empréstimos. A taxa de juros de empréstimos em yuans de um ano ficou em 6,66%, contra a taxa anterior de 6,93%; já os juros de depósitos em yuans de um ano ficou em 3,60%, contra os 3,87% anteriores.
Segundo a agência oficial de notícias Xinhua, os cortes que entrarão em vigor amanhã têm como objetivo impulsionar o crescimento econômico do país.
Após a redução, a taxa de juros para os depósitos a um ano passará a partir de amanhã para 3,60%, frente à anterior de 3,87%, enquanto a de empréstimos a um ano cairá de 6,93% para 6,66%.
A decisão do banco central chinês é mais uma das registradas em todo mundo para estimular a economia em meio à crise financeira global.
Economistas vinculados a instituições governamentais advertiram sobre o impacto negativo que a crise financeira mundial terá na zona rural chinesa, já que impedirá que a receita dos agricultores aumentem na medida em que Pequim pretendia e isso será especialmente visível durante 2009.
O crescimento da receita dos camponeses chineses em 2008 será de cerca de 7%, mas o objetivo do Governo era que aumentasse em 9%, disse Cheng Guoqiang, economista do Centro de Desenvolvimento e Pesquisa do Conselho de Estado, citado pelo jornal oficial "China Daily".
A crise financeira atingiu nos mercados agrícolas e os camponeses viram os preços dos produtos caíram substancialmente, destacou Cheng.
Nos últimos três meses, a soja caiu perdeu cerca da metade do valor e o preço do trigo caiu em 20% a 30% nos mercados internacionais, disse Cheng, que acrescentou que, apesar dos recentes movimentos de Pequim para elevar o preço do grão, existem grandes possibilidades que os preços também percam na China.
Leia mais
- Economistas alertam sobre efeitos da crise para camponeses na China
- Queda do real ameaça teoria de Brasil "descolado" da crise, diz "FT"
- Islândia culpa Reino Unido pela "devastação" econômica no país
- EUA pedem que bancos voltem a conceder empréstimos
- Pedidos de bens duráveis nos EUA surpreendem com alta de 0,8% em setembro
Especial
- Leia o que já foi publicado sobre a crise financeira global
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar