Comissão européia aprova plano de Portugal contra crise financeira
da Agência Lusa, em Bruxelas
A Comissão Européia (braço executivo da União Européia) aprovou nesta quinta-feira o plano português para a estabilização dos mercados financeiros, que será feito por meio de garantias até 20 bilhões de euros (US$ 26 bilhões) às operações de financiamento das instituições de crédito, considerando-o adequado à situação em Portugal.
Em comunicado, o executivo comunitário aponta que, após analisar o plano já aprovado na Assembléia lusa, concluiu que o mesmo obedece às orientações da Comissão sobre ajudas de Estado para combater a crise, além de não violar as regras comunitárias para concorrência e é apropriado para aumentar a confiança dos investidores.
A Comissão aponta que a concessão extraordinária de garantias a instituições de crédito é limitada no tempo e campo de ação, estará disponível numa base não-discriminatória, e os beneficiários vão pagar um prêmio definido pelo mercado.
Bruxelas conclui que o plano para facilitar o acesso das instituições de crédito ao financiamento no contexto da atual de crise é "um meio adequado para remediar uma perturbação grave da economia portuguesa".
A comissária européia da pasta da Concorrência, Neelie Kroes, diz que, "após contatos intensos com as autoridades portuguesas", o plano apresentado há cerca de duas semanas por Lisboa "é agora uma ferramenta apropriada para aumentar a confiança dos investidores, sem criar distorções indevidas do mercado".
Em reunião de emergência neste mês, primeiro os 15 países da zona do euro, depois os 27 membros do bloco, a União Européia chegou a um acordo sobre uma resposta coordenada à crise financeira, por meio da aplicação, ao nível nacional, de planos de ação para salvar os mercados financeiros, utilizando garantias bancárias e injeções de capital no setor.
Desde então, os membros têm apresentado os respectivos planos, que têm sido julgados, à luz das regras comunitárias da concorrência, pela Comissão Européia, cujo aval é indispensável para a efetiva aplicação.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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Venezuela é um país produtor de petróleo, certo???
Como se explica que p/ encher o tanque de gasolina naquele país, vc gastar Menos de R$ 2,00 Reais
Brasil é produtor de Alcool, certo?? Um dos maiores do mundo, aqui vc não enche o tanque por menos R$ 66,00 Reais.
Argentina é Exportadora de petróleo como a venezuela????
É produtora de Alcool, como o Brasil?????
Alguém me explica como o litro da gasolina argentina que é pura e não contem alcool na mistura, e quasi R$ 1,00 a menos que a do Brasil.
Sai mais barato encher o tanque na Argentina com gasolina pura, do que encher no Brasil com 25% de mistura de alcool.
Sinceramente, isto não tem explicação srs(as).
É UM ABSURDO
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