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Dinheiro
30/10/2008 - 15h17

Brown e Merkel defendem adoção de medidas globais contra crise

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da Efe, Londres

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e a chanceler alemã, Angela Merkel, defenderam hoje em Londres a adoção de medidas globais para combater a crise econômica mundial.

Brown se reuniu com Merkel em sua residência oficial, em 10 de Downing Street, para analisar a situação da economia internacional e as reformas nos mercados financeiros.

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A crise econômica "é um problema global que requer uma solução global. Nenhum país, não importa quão grande seja, pode resolver estes problemas sozinho", afirmou o chefe do Executivo britânico em entrevista coletiva conjunta com a chanceler alemã.

Segundo Brown, os Governos devem cooperar para impedir um "contágio" que espalhe a crise econômica.

Além disso, o líder trabalhista pediu aos bancos britânicos para continuar fazendo empréstimos às pequenas empresas, apesar da crise de créditos. "Devemos continuar estimulando os bancos a fazer empréstimos", afirmou.

Já Merkel, que antes de se reunir com o primeiro-ministro se encontrou com a rainha Elizabeth II, defendeu a adoção de "medidas corajosas e ousadas" para enfrentar a desaceleração econômica.

"Temos que aprender com esta crise", afirmou a chefe do Governo alemão, ao qualificar o Reino Unido como "um estreito aliado e amigo" da Alemanha.

Os dois líderes abordaram também a reforma do FMI (Fundo Monetário Internacional), a regulação das companhias financeiras e a estabilização das economias do Leste Europeu, entre outros assuntos.

Além disso, Brown, que no sábado inicia uma viagem por países do Golfo Pérsico, recebeu Merkel após se reunir na terça-feira em Paris com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, para debater a crise econômica.

Estes contatos também são preparatórios para a cúpula de líderes europeus que será realizada na capital francesa em 7 de novembro.

Nesse encontro, a União Européia tentará consensuar uma postura comum para a cúpula de 15 de novembro, que reunirá em Washington as 20 maiores economias do mundo para estudar a reforma do sistema financeiro internacional.

Enquanto isso, o Banco da Inglaterra estimou esta semana em US$ 2,8 trilhões as perdas sofridas pelas instituições financeiras --bancos, seguradoras e fundos de investimento-- de todo o mundo como conseqüência da atual crise.

Comentários dos leitores
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Nao eh o Ouro que que estah aumentando, sao as moedas que estao se desvalorizando. O ouro sempre tem valor estavel se comparado aos outros comodities. Por exemplo, a mesma quantidade de ouro compra o mesmo volume de petrole hoje e ou ha 30 anos atras.
Ele tem que ser usado de base para medir o poder de compra e quanto os governos estao inflacionando o mercado imprimindo dinheiro como querem.
O deficit publico mundial eh vergonhoso. Se imprime dinheiro para paga-lo e quem acaba pagando mesmo a conta eh o trabalhador via inflacao, ou desvalorizacao de seu dinheiro, principlamente no Brasil onde se ha somente uma moeda - pura ditadura economica.
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joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
epero que o dem puna o seu governador e não varra a sujeira para baixo do tapete como pt
SO O FATO DA OPSIÇÃO PUNIR O GOVERNADOR SO AI VAI GANHAR VOTOS E MUITTOS VOTOS POIS O BRASILEIRO EM SUA MAIORIA E HONESTO SE REALMENTE O DEDO DURO DO DURVAL TENHA RAZÃO E SO DAQUI DOIS MESES PEDIR O SIGILO BANCARIO DELE E DA FAMILIA VAI TER UM DEDINHO CORTADO NESTA SUJEIRA E SO ESPARAR PARA VER
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celso assis (76) 01/12/2009 12h32
celso assis (76) 01/12/2009 12h32
Seria talvez interessante saber não só a porecntagem em relação ao PIB, mas tambem qual a porcentagem em relação PIB dos empréstimos que foi para o consumo e qual a que foi para a produção (excuindo-se aqui dados do BNDES).
A renda per capita da população seria importante no estudo da dívida?
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