Crédito extra para construtoras de R$ 9,3 bi valerá até março de 2009
EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
As construtoras que quiserem utilizar a nova linha de crédito para capital de giro no setor terão até o final de março de 2009 para obter esses empréstimos. O prazo foi anunciado hoje pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).
Ontem, o governo já havia informado que iria autorizar os bancos brasileiros a direcionar 5% do saldo da poupança para capital de giro de construtoras. Hoje, os bancos são obrigados a aplicar 65% em financiamento imobiliário. Esses 5% poderão ser abatidos desse total.
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Segundo cálculos do Banco Central, isso vai significar a liberação de R$ 9,3 bilhões. Desse total, R$ 3 bilhões vão sair da Caixa Econômica Federal, banco que libera as aplicações em poupança no país.
Essa linha tem como objetivo disponibilizar mais capital de giro para as essas empresas e evitar uma paralisação das suas obras devido à crise internacional de crédito, que já afeta o Brasil.
O prazo máximo do empréstimo será de 60 meses. O dinheiro só será liberado para incorporações imobiliárias submetidas ao regime de patrimônio de afetação --regra que permite a segregação de uma obra das demais operações de uma incorporadora e dá mais segurança ao mutuário. Também vale para sociedades de propósito específico constituídas para construção e venda de imóveis.
Caixa
No caso da Caixa, os empréstimos terão uma garantia adicional, além daquela dada pela empresa que toma o crédito. O governo vai criar um fundo com base nos dividendos que seriam pagos pela Caixa à União até 2010. O fundo terá de R$ 1,050 bilhão, ou seja, vai garantir 35% das operações.
Os juros para a linha serão de TR mais 11% ao ano. Hoje, o juro para capital de giro no mercado está acima de 20% ao ano.
Essa medida pode beneficiar as pessoas que compram a casa própria. Segundo a Caixa, a tendência é que o repasse de custos para o mutuário seja menor. Hoje o capital de giro já é repassado para o comprador, mas em valores maiores, pois os juros são mais altos.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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