Dinheiro
31/10/2008 - 08h07

Banco do Japão corta taxas de juros para 0,30%

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da Efe

O Banco do Japão (banco central do país) cortou nesta sexta-feira sua taxa de juros de 0,50% para 0,30%, em uma decisão muito discutida na instituição.

Trata-se da primeira vez desde 21 de fevereiro de 2007 que o banco intervém na política monetária japonesa.

Segundo a agência local de notícias Kyodo, o corte dos foi decidido somente graças ao voto a favor do governador do banco, Masaaki Shirakawa, após um empate entre o restante dos membros do comitê monetário da instituição.

Os analistas apostavam em um corte das taxas de juros esta semana no Japão, depois da forte inconstância da Bolsa de Tóquio.

O banco ainda não tinha participado dos cortes de juros estipulados por outras entidades emissoras por causa da crise econômica.

A decisão foi recebida favoravelmente pelo Governo japonês, segundo a agência Kyodo.

Nesta quarta-feira (29) o Federal Reserve (Fed, o BC americano) reduziu sua taxa para 1% ao ano, nível visto pela última vez em maio de 2004.

Inflação

O Ministério de Assuntos Internos e Comunicações do Japão informou que a inflação cresceu 2,3% em setembro em termos anualizados no país, no 12º mês consecutivo de altas. O índice nacional de preços ao consumidor, que exclui os alimentos perecíveis por sua excessiva volatilidade nos preços, ficou em 102,6 pontos sobre a base fixada de 100 em 2005, segundo os dados de um estudo preliminar.

A inflação registrada está no nível previsto pelos analistas consultados pela agência Kyodo. A inflação cresceu 1,5% em Tóquio em outubro em termos anualizados, para 101,8 pontos, segundo o ministério.

Os preços de Tóquio são observados no Japão como um indicador da inflação de todo o país.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (61) 28/11/2009 12h42
Olmir Antonio de Oliveira (61) 28/11/2009 12h42
A respeito Dubai. Diferente doque possa parecer ou que comumente digam, dá para se notar o grande esforço que estão fazendo para criar novas fontes de rendas. Mal comparando em se tratando de território relativamente pequenos, ver histório desde o principio, a fundação, seriam como comparamos 'uma grande area rural, fazenda " que foi se transformando e se extruturando, usando recursos advindos do petróleo, consumido de maneira descontrolada pelo mundo, gerando receitas, financiando o sistema que eles possuem, seus estilos de vida "extravagantes" quando visto pelos ocidentais, participações em empresas, bancos, e empreendimento pelo mundo afora, principalmente na europa e na américa do norte, inclusive os maiores consumidores do óleo, e como sabido grandes captadores dos resultados dessas receitas, seriam bilhões investidos. Para o conjunto de "países" "estados" "emirados" deles é tudo mais uma questão contabil, engenharia financeira, entre os seus mandatários "donos" os detentores de titulos de nobreza, suas empresas, e o dito setor "Público", e fundos de investimentos atuantes em diversos segmentos, são mais uma grande empresa, com funcionário e pequenos socios que possuem "pró labore" altissimo, analisando de maneira grosseira tal tipo de extrutura. Em especifico a referida empresa o certo é que o que eles investiram é fonte de grande valorização, acrescimo de "patrimonio" e estão gerando receitas, e as unidades dos empreendimentos também projetam receitas e valor..... sem opinião
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Polycarpo Quaresma (27) 27/11/2009 21h01
Polycarpo Quaresma (27) 27/11/2009 21h01
Quem vende commodities não deve construir prédios com mais de 20 andares. Patético 5 opiniões
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Langstein Almeida (7) 27/11/2009 20h08
Langstein Almeida (7) 27/11/2009 20h08
O governo Obama passou ao poder dos bancos mais de dois trilhões de dólares, arrecadados com venda dos títulos da dívida pública americana, que já descambou de 14 trilhões de dólares. Só a China é credora de mais de um trihão de dólares. O Brasil deve ser credor de mais de 200 bilhões de dólares. O maior devedor do mundo são os Estados Unidos.
Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
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