Banco do Japão corta taxas de juros para 0,30%
da Efe
O Banco do Japão (banco central do país) cortou nesta sexta-feira sua taxa de juros de 0,50% para 0,30%, em uma decisão muito discutida na instituição.
Trata-se da primeira vez desde 21 de fevereiro de 2007 que o banco intervém na política monetária japonesa.
Segundo a agência local de notícias Kyodo, o corte dos foi decidido somente graças ao voto a favor do governador do banco, Masaaki Shirakawa, após um empate entre o restante dos membros do comitê monetário da instituição.
Os analistas apostavam em um corte das taxas de juros esta semana no Japão, depois da forte inconstância da Bolsa de Tóquio.
O banco ainda não tinha participado dos cortes de juros estipulados por outras entidades emissoras por causa da crise econômica.
A decisão foi recebida favoravelmente pelo Governo japonês, segundo a agência Kyodo.
Nesta quarta-feira (29) o Federal Reserve (Fed, o BC americano) reduziu sua taxa para 1% ao ano, nível visto pela última vez em maio de 2004.
Inflação
O Ministério de Assuntos Internos e Comunicações do Japão informou que a inflação cresceu 2,3% em setembro em termos anualizados no país, no 12º mês consecutivo de altas. O índice nacional de preços ao consumidor, que exclui os alimentos perecíveis por sua excessiva volatilidade nos preços, ficou em 102,6 pontos sobre a base fixada de 100 em 2005, segundo os dados de um estudo preliminar.
A inflação registrada está no nível previsto pelos analistas consultados pela agência Kyodo. A inflação cresceu 1,5% em Tóquio em outubro em termos anualizados, para 101,8 pontos, segundo o ministério.
Os preços de Tóquio são observados no Japão como um indicador da inflação de todo o país.
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Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
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