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Dinheiro
31/10/2008 - 18h06

GM amplia férias coletivas para até 4.000 no interior de SP

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da Folha Online

A General Motors comunicou nesta sexta-feira ao Sindicato dos Metalúrgicos que irá conceder novo período de férias coletivas para os trabalhadores da unidade de São José dos Campos, no interior de São Paulo.

Desta vez, segundo o sindicato, serão atingidos os trabalhadores da Powertrain, MVA (montagem dos modelos Corsa, Zafira e Montana) e CKD (fabricação de veículos desmontados para exportação), em períodos distintos.

Para os trabalhadores da Powertrain o período será de 17 a 30 de novembro, retornando ao trabalho no dia 1º de dezembro. No MVA, o período será de 17 de novembro a 7 de dezembro, retornando no dia 8 de dezembro.

No CKD, as férias coletivas serão de 24 de novembro a 23 de dezembro, com retorno ao trabalho no dia 5 de janeiro, já que emenda com o período do acordo coletivo de folgas, já compensadas pelos trabalhadores no decorrer do ano.

Em seu comunicado, a GM não informa o número de trabalhadores que serão atingidos pela medida. Mas a estimativa do sindicato é que sejam afetados de 3.000 a 4.000 funcionários.

A GM também não informa os motivos de sua decisão. Para o sindicato, no entanto, a medida é reflexo do agravamento da crise mundial.

Ontem, a empresa anunciou férias coletivas para as unidades de São Caetano (Grande SP) e Gravataí (RS), alegando a necessidade de adequar seus estoques diante da "restrição de crédito que já impacta as vendas de veículos no mercado interno".

"Essa é mais uma medida que prova que os empresários querem jogar a conta da crise nas costas dos trabalhadores. Nossa reivindicação é que a empresa garanta a estabilidade de emprego dos trabalhadores a qualquer custo", disse o secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região Luiz Carlos Prates, o Mancha.

Em São José dos Campos, a decisão de conceder um segundo período de férias coletivas aos funcionários acontece menos de um mês após o primeiro anúncio, que ocorreu no dia 3 de outubro.

Na ocasião, a empresa anunciou férias coletivas de 20 de outubro a 2 de novembro para cerca de 1.500 trabalhadores.

Em setembro a empresa já havia aberto um PDV (programa de demissão voluntária) com o objetivo de reduzir postos de trabalho, mas não informou quantos funcionários aderiram ao programa.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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