Lucro do Société Générale cai 83,7% no terceiro trimestre com crise
da Efe
O banco francês Société Générale anunciou nesta segunda-feira que seu lucro líquido no terceiro trimestre do ano caiu 83,7% para 183 milhões de euros (US$ 235,5 milhões), por causa da crise financeira.
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A entidade, que antecipou três dias a publicação de seus resultados trimestrais, estimou em 1,2 bilhão de euros (US$ 1,54 bilhão) o impacto em suas contas da crise financeira, disse o banco em comunicado.
Com esta publicação, o banco pretende combater os rumores de perdas que circulavam nos mercados e que criavam uma grande volatilidade em suas ações.
O Société Générale disse que sem levar em conta os elementos excepcionais seu resultado líquido ficaria dentro das previsões anunciadas em meados de outubro, rondando o bilhão de euros.
A entidade disse que a injeção de liquidez dos bancos centrais para apoiar o setor financeiro permitiu "uma reabertura progressiva dos mercados interbancários", que tinham permanecido "quase paralisados durante várias semanas".
O resultado bruto de exploração do terceiro trimestre chegou a 1,411 bilhão de euros (US$ 1,816 bilhão), 29,5% menos que no mesmo período de 2007, enquanto o produto líquido bancário caiu 5%, para 5,108 bilhões de euros (US$ 6,577 bilhões).
Nos nove primeiros meses do ano, o lucro líquido do banco chegou a 1,923 bilhão de euros (US$ 2,476 bilhões), frente a 4,298 bilhões de euros (US$ 5,534 bilhões) do mesmo período do ano anterior, o que representa queda de 55,3%.
O resultado de exploração até final de setembro ficou em 4,812 bilhões de euros (US$ 6,196 bilhões), 32,7% menos, enquanto o produto líquido bancário caiu 9,3% para 16,371 bilhões de euros (US$ 21,081 bilhões).
O diretor-geral do banco, Frédéric Oudéa, assegurou hoje que não há nenhum diálogo para "se aproximar" do banco BNP Paribas e mostrou sua confiança na capacidade da entidade para enfrentar a crise por seus próprios meios.
"Confio no Société Générale, em sua capacidade para prosseguir sua estratégia de forma independente", afirmou Oudéa.
Considerou exagerados os medos no mercado sobre as ações do banco, que neste ano caíram 54%.
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Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
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Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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