Ford antecipa férias coletivas de suas unidades no Brasil
LUIZ FRANCISCO
da Agência Folha, em Salvador
A Ford anunciou nesta terça-feira que funcionários de suas três unidades no Brasil --Camaçari (BA), São Bernardo do Campo e Taubaté (SP)-- terão suas férias coletivas antecipadas devido à desaceleração das vendas de carros e caminhões.
Inicialmente, as férias dos 8.800 trabalhadores de Camaçari (região metropolitana de Salvador) estavam programadas para 24 de dezembro a 2 de janeiro. Com a decisão da empresa, os funcionários começam o recesso em 10 de dezembro (turno da noite) e em 11 de dezembro (turnos da manhã e tarde) e voltam às atividades somente em 5 de janeiro.
Em São Bernardo, o período de descanso envolve os funcionários da produção de caminhões e será de 15 de dezembro a 2 de janeiro de 2009. Pela programação anterior da empresa, as férias deveriam acontecer entre 22 de dezembro e 2 de janeiro. Os sábados de produção também foram cancelados até o final do ano.
Em nota, a Ford diz que pode adiar a data para o início do segundo turno de produção em São Bernardo. "Em função da necessidade de ajuste de produção à demanda, a data de início do segundo turno de produção prevista para janeiro de 2009 será redefinida de acordo com a evolução do mercado", diz o texto da empresa.
Em Taubaté, apenas os empregados da linha de transmissões terão as férias coletivas ampliadas a partir de 15 de dezembro, uma semana antes da previsão estabelecida pela montadora. Os funcionários da unidade do Vale do Paraíba também retornam às atividades em 2 de janeiro.
A fábrica de Camaçari, a única de uma montadora no Nordeste, tem capacidade para colocar no mercado 250 mil carros por ano, dos quais 80,2 mil são destinados à exportação.
Apesar de antecipar as férias coletivas, a Ford, também em nota, confirmou a manutenção dos investimentos programados pela empresa até 2012 na América do Sul.
Além da Ford, outras três montadoras --Volkswagen, Fiat e GM já anunciaram férias coletivas. Na Volks, cerca de 1.900 trabalhadores da fábrica de São José dos Pinhais (PR) suspenderam ontem as atividades e somente retornam no dia 19.
Na unidade da Fiat em Betim (MG), houve paralisação da produção em outubro e há uma nova programada para este mês. A GM anunciou férias coletivas para sua planta de São José dos Campos (SP), com períodos de paralisação que vão de 17 de novembro a 23 de dezembro. Também há programação de férias para as unidades da empresa em São Caetano (SP) e Gravataí (RS).
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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