Dinheiro
05/11/2008 - 08h36

Inflação para baixa renda avança em outubro e fica em 0,66%

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da Folha Online

O IPC-C1 (O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), calculado com base nas despesas de consumo das famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos mensais, registrou inflação de 0,66% em outubro, invertendo a deflação de 0,57% registrada em setembro. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Segundo a FGV, esta foi a maior taxa para o IPC-C1 desde junho de 2008, quando o índice registrou inflação de 1,29%.

Entenda a diferença entre os principais índices de inflação

O índice acumulado em 12 meses até outubro ficou em 7,97%, enquanto no acumulado de 2008 a inflação medida pelo índice é de 6,36%.

Com o resultado, o IPC-C1 aponta que a inflação para a classe baixa está maior do que para a média da população. Em outubro o IPC-BR ficou em 0,47%, e acumula alta de 4,93% no ano e de 5,95% em doze meses.

A principal contribuição para a aceleração do IPC-C1 partiu do grupo Alimentação, cuja taxa passou de deflação de 1,65% em setembro para inflação de 1,01% em outubro. Também se elevaram em relação a setembro os grupos Vestuário (de 0,43% para 1,89%), Educação, Leitura e Recreação (de -1,03% para 0,20%), Saúde e Cuidados Pessoais (de -0,08% para 0,29%), Habitação (de 0,24% para 0,33%) e Transportes (de 0,00% para 0,01%).

A única classe de despesa que registrou recuo em outubro foi Despesas Diversas, que passou de 1,45% para 0,54%.

Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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