Preço do petróleo voltará a superar US$ 100 em até sete anos, prevê AIE
da Efe, em Paris
A AIE (Agência Internacional da Energia) calcula que o preço médio do barril de petróleo superará os US$ 100 nos próximos sete anos e que a partir de 2030 custará mais de US$ 200, diz o relatório da instituição sobre perspectivas energéticas divulgado hoje.
As novas previsões representam um "grande ajuste" sobre as quais a AIE tinha publicado no ano passado, uma mudança que a organização vinculada à OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) justificou em "uma reavaliação das perspectivas de custos de produção e da demanda".
Em seu relatório anterior de previsões, a AIE apostava em uma queda do preço do petróleo para cerca de US$ 70 por barril em 2015, antes de ficar em cerca de US$ 108 quinze anos mais tarde.
O novo texto reconhece que a atual crise financeira pode provocar, a curto prazo, "uma queda da atividade econômica e, em conseqüência, da demanda" de petróleo, o que "aumentaria a pressão de queda dos preços" do barril. Mas, além deste fator "temporário" que representa este "desequilíbrio", a AIE considera que "os anos do petróleo barato passaram".
O relatório afirma que o aumento dos custos de produção levará a um encarecimento do petróleo.
Por outro lado, a AIE diz que a falta de investimentos nos campos petrolíferos provocará uma redução da produção nos poços "maduros" (os que já superaram seu máximo de produção), que avaliou em 9% ao ano.
A maior parte dos poços petrolíferos são pequenos e estão situados no mar o que, segundo a organização, precisa de um maior investimento para manter sua produção.
A redução da produção será menor nos campos grandes e nos que ficam em terra firme, afirma.
Além disso, o texto indica que a atual crise financeira não comprometerá os investimentos no setor energético a longo prazo, mas pode atrasar a finalização de projetos já iniciados, em particular no setor energético.
A organização avaliou em US$ 26 trilhões o investimento necessário no campo energético até 2030 para responder ao crescimento da demanda mundial e compensar a queda da produção.
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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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