Caderneta de poupança registra perda de investidores em outubro
EDUARDO CUCOLO
da Folha Online, em Brasília
A captação da caderneta de poupança ficou negativa em R$ 284 milhões em outubro. O número representa a diferença entre depósitos e saques realizados no mês pelos poupadores. No mês passado, os depósitos somaram R$ 89,363 bilhões e os saques, R$ 89,647 bilhões.
Segundo dados divulgados pelo Banco Central, essa é a segunda vez no ano que a poupança fecha o mês no vermelho. Em abril, houve resultado negativo de R$ 1,848 bilhão.
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No acumulado do ano, a procura pela caderneta de poupança caiu cerca de 55%. Entre janeiro e outubro, os depósitos feitos pelos poupadores superaram os saques em R$ 9,733 bilhões, ante R$ 21,527 bilhões captados no mesmo período do ano passado.
Em 2007, a poupança terminou o ano com uma captação recorde de R$ 33,38 bilhões.
Apesar da queda até outubro, expectativa é que haja recuperação nos últimos dois meses do ano, que são influenciados pelo pagamento da primeira e segunda parcela do 13º salário.
Com o resultado de outubro, o saldo acumulado de depósitos na caderneta de poupança passou de R$ 257,6 bilhões para R$ 259 bilhões no mês. Esse aumento considera a captação do mês somada aos rendimentos do dinheiro já depositado.
Rentabilidade
No mês passado, a caderneta de poupança teve um retorno de 0,75%. A inflação do mês foi de 0,98%, se medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), e de 0,30%, pelo IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15).
Os fundos DI e de Renda Fixa, que refletem os ganhos com juros, acumularam um ganho médio de 1,01% e 0,85%, sem descontar o Imposto de Renda, que varia de 15% a 22,5%. A poupança é isenta de IR.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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