Novo prazo para impostos dá folga de R$ 21 bi a empresas, diz Mantega
EDUARDO CUCOLO
LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília
A ampliação no prazo de recolhimento de impostos anunciada nesta quinta-feira pelo governo dará uma folga de caixa de R$ 21 bilhões às empresas brasileiras.
Os cálculos são do Ministério da Fazenda, que anunciou hoje a ampliação do recolhimento dos tributos federais para ajudar o setor produtivo durante a escassez de crédito provocada pela crise econômica.
Esse valor se refere ao IR (Imposto de Renda) recolhido na fonte, contribuição previdenciária, PIS/Cofins e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). As empresas não deixarão de pagar esses impostos, apenas terão mais prazo para fazê-lo. Dessa forma, elas terão uma espécie de "crédito extra" durante um período de dez ou cinco dias no mês.
Segundo Mantega, o pagamento do IPI será adiado do dia 15 para o dia 25 de cada mês. O IR e a contribuição para a Previdência passam a ser pagos não mais no dia 10, mas no dia 20 do mês. O PIS/Cofins terá uma ampliação menor de prazo, do dia 20 para 25.
| Sergio Lima /Folha Imagem |
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Mais prazo
O anúncio da medida foi feito diante de empresários, durante reunião do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão). Apesar dos aplausos, o setor produtivo reclamou do prazo menor dado ao PIS/Cofins.
Mantega afirmou que pode estudar uma ampliação maior nesse tributo, mas disse que isso pode gerar uma concentração no fim do mês, quando já recolhidos outros impostos.
"O problema é não embolar o recebimento de tributos todos no dia 30, mas eu vou estudar", afirmou.
O ministro descartou, no entanto, a possibilidade de ampliações maiores que dez dias, o que poderia postergar o pagamento de um imposto para o mês seguinte. O problema seria a transferência de arrecadação de dezembro para janeiro, o que afetaria as contas públicas no fim do ano.
"Não dá para passar de um mês para o outro. Isso levaria todo o nosso [superávit] primário embora", afirmou, em referência à economia feita pelo governo para pagar os juros da dívida.
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Especial



Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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