Câmara dos EUA pede novo pacote de estímulo para economia
da France Presse
da Folha Online
A presidente da Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, reiterou que os Estados Unidos precisam de um novo pacote de estímulo para sua economia, que deve constar de duas partes, em uma entrevista ao diário americano "The Wall Street Journal".
Leia a cobertura completa da crise nos EUA
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Veja os países e instituições financeiras afetados diretamente pela crise
Pelosi, do mesmo partido do presidente eleito Barack Obama, que tomará posse em 20 de janeiro de 2009, quer que o país tenha um novo pacote de resgate com valor entre US$ 60 bilhões e US$ 100 bilhões em novembro.
"Veremos se podemos fazer algo, trabalhando juntos agora, que nos dê um estímulo de dois meses", disse Pelosi ao jornal. "As decisões a longo prazo nós tomaremos apenas quando assumirmos em janeiro."
O novo Congresso tomará posse em 20 de janeiro, junto com Obama, que venceu a eleição presidencial na terça-feira (4).
No mês passado, Pelosi já havia dito que o país precisa de um novo pacote de estímulo à economia, mas com um valor maior, de US$ 150 bilhões. Ela afirmou que o novo pacote, aos moldes do que foi aprovado em fevereiro deste ano, de US$ 168 bilhões, pode ser necessário para estimular o consumo e impedir um agravamento da situação da economia americana.
O pacote de US$ 168 bilhões ajudou a fazer a economia americana andar: o dinheiro extra favoreceu os gastos dos consumidores entre abril e julho, o que se refletiu nos dados do PIB (Produto Interno Bruto). No terceiro trimestre deste ano, a economia americana teve uma retração de 0,3%, contra um crescimento de 2,8% no período imediatamente anterior. Analistas dizem, no entanto, que, sem o benefício do dinheiro extra, nos próximos trimestres o desempenho econômico americano deverá ser inferior.
Tudo isso ocorreu antes da restrição do crédito e das turbulências dos mercados financeiros, que motivaram um programa de auxílio no valor de US$ 700 bilhões aprovado pelo Congresso para salvar as empresas do setor financeiro.
Também no mês passado, o presidente do Federal Reserve (Fed, o BC americano), Ben Bernanke, disse que considera apropriado o exame, por parte do Congresso, de um novo plano de estímulo à economia. "Com a perspectiva de que a economia permaneça fraca por diversos trimestres, e com o risco de uma desaceleração acentuada, a consideração de um pacote fiscal pelo Congresso parece apropriada", afirmou à época.
Ele sugeriu que o Congresso elabore o plano, a fim de que ele seja oportuno e com metas bem estabelecidas, além de limitar os efeitos de longo prazo sobre o déficit orçamentário do país.
Leia mais
- Congresso americano quer ajudar montadoras
- Plano de Obama para enfrentar crise não será positivo para Brasil; ouça
- Secretário do Tesouro dos EUA quer garantir uma transição "suave"
- Lula diz que Obama deve enfrentar a crise e nega que Brasil vá quebrar
- FMI rebaixa previsão de crescimento mundial para 2008 e 2009
Especial
- Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar
avalie fechar