Dinheiro
07/11/2008 - 10h10

União Européia discute reforma do sistema financeiro

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da France Presse
da Folha Online

Os líderes da União Européia (UE) se reúnem nesta sexta-feira em Bruxelas (Bélgica) para preparar as bases de uma reforma do sistema financeiro mundial, com um plano de ação concreto e a esperança de que a chegada do democrata Barack Obama à presidência dos EUA os ajude em sua missão.

Convocado pelo presidente francês e presidente em exercício da UE, Nicolas Sarkozy, o encontro informal tem como objetivo preparar a cúpula do G20 de países industrializados e economias emergentes marcada para 15 de novembro em Washington.

As discussões serão apoiadas em um documento da presidência francesa que estabelece os grandes eixos da posição da UE, como uma maior regulação e uma maior transparência dos mercados, assim como um papel preponderante do FMI (Fundo Monetário Internacional) nessa nova arquitetura.

A ministra francesa das Finanças, Christina Lagarde, afirmou que países emergentes como o Brasil devem ter um um papel mais importante nas discussões sobre a reforma do sistema financeiro mundial. "Sofremos todos os mesmos efeitos da crise e todos devem participar da nova arquitetura financeira internacional", disse. "Não há de um lado os países desenvolvidos e, de outro, os emergentes. É preciso que haja unidade."

Lagarde viaja a São Paulo na noite desta sexta-feira para participar da reunião do G20, que acontece neste fim de semana.

No mês passado, o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, afirmou desejar que a UE (União Européia) assuma um papel de liderança para reformar o sistema financeiro internacional, função que exige mais transparência, novas regras de funcionamento e melhores mecanismos de supervisão.

"Precisamos de uma nova Bretton Woods", destacou Brown ao se referir à cidade americana onde, em 1944, foram criados o FMI e o Banco Mundial. Ele também se referiu a um acordo para avançar na liberalização do comércio mundial. Na atual conjuntura, um acordo na OMC (Organização Mundial do Comércio) seria "um bom sinal", disse.

Já o presidente da Comissão Européia, órgão executivo da UE, José Manuel Durão Barroso, disse que a Europa está liderando a resposta mundial à desordem financeira, mas disse que é preciso vontade de cooperar com outros governos, especialmente com os Estados Unidos, para definir os próximos passos.

Lagarde afirmou que o Fundo deve ser dotado de meios técnicos para efetuar uma coordenação mais rápida e ter maior eficácia. "As normas acabam sendo ultrapassadas por práticas novas que surgem. É preciso ter um mecanismo que reexamine estas regras regularmente. O FMI pode ter um papel importante nessa questão", disse.

Para ela, o Brasil e outros países emergentes deveriam ter maior voz no FMI e em outras instâncias internacionais, mas que, para isso, esses países devem aumentar suas contribuições ao Fundo. "Não é possível ter maior participação sem aumentar os recursos. Se você não colocar mais dinheiro no caixa, é difícil querer ser aquele que toma decisões."

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 15h11
Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 15h11
A respeito de questões condominial. Sendo um problema a nivel "nacional", existindo caso da maior gravidade, abritariedades, absurdos de toda ordem e sorte, indo de pequenos prejuizos a casos de condenações e ordenação a crimes. Tem se ótimos sindícos, administradores exemplares e ou até profissionais. Mas o que preocupam são maus exemplos, tanto como administradores e ou como pessoas, que não servem de referência para nada. È perigoso dar vitória a sindíco e conselheiros e ou seus seguidores e ou patrocinadores e ou usualmente que participam da divisão, lucros, em casos especificos são milhões de reais (sequer auditados pela receita federal). No Geral é de se dar ao condominio da glória, a vitória, o justo, o correto ao coletivo,ao comunitário, e a pessoas que são merecedoras de mérito. Isto ocorre tanto em residenciais como em nos chamados comerciais, e até em condonios representativos de shopping center, que por imposição ditam condutas dos "comerciantes" os obrigam a se calarem, não divulgarem coisas que poderiam auxiliar, evitar "vitimas", a exemplos de ocorrencias recentes em SP. Geralmente tais pessoas chegam á tal nivel de intervenção e diretamente e ou indiretamente se apoderam de bens e ou direitos, mas dada a capacidade de articulações e uso e abuso de poder econômico, já existe casos de tais pessoas e ou associadas se vangloriarem de seus feitos, a serem "nortais, pessoas comuns", só resta se lamentar, as leis não os auxilam, lhe garante nada....Só relatar ao I.R. sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 13h10
Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 13h10
A respeito de direitos condominal. Mesmo pensando se r uma coisa absurda o condomino depender da intervenção ou intermediação "externa" para solucionar questões, que sequer deveriam existir. Espero que no ato, na lei do deputado, seja instituido de maneira profissional, em em prol da imparcialidade, em rol dos direitos da cidadania e de pessoas de boa fé. Se de prioridade para profissionais qualificados, auditores de contas e contratatos, especialistas em direitos humanos, tecnicos auditores em processos construtivos e ou de reformas, tecnicos especialistas em segurança e assuntos correlatos, especialistas em criminalistica, em esquemas contra patrimônios, bens e direitos, creio que uma meia duzia de especialistas. Pode parecer serem coisas sem importancia, mas na atualidade isto já é tido como um nascedouro de criminalidade que estão se ramificando para a politica em todos os niveis e todos os graus da ciminalidade e subversão da ordem pública. Certamente não vai precisar de uma grande extrutura, mas sim de bom profissionais, idoneos, e habeis negociadores e ou interventores, pessoas capazes de restabelecer a boa ordem geral, independente do nivel e ou graduação das pessoas e ou "condominios" emvolvidos.... Direitos e deveres a todos, nada de imposições, por qualquer razão e ou causa, de força fisica e ou até ade uso ou abuso de poder econômico.... sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 12h05
Olmir Antonio de Oliveira (67) 29/11/2009 12h05
A Respeito de questões condominial. Existem bons administradores, bons condominos, mas o inverso para para os dois lados também é verdadeiro. Mas dado o grande poder atribuido a certas pessoas, existindo casos extremos, aberrações, questões de direitos humanos, de coisas basicas, a esquemas elaboradissimos, coisa própias a mentalidade de bandidos e ou quadrilheiros, e quase sempre fazem atos de maneira aparentemente legal, e ou concentidas, mesmo que de maneira e ou favor de falsa legitimidade e ou legalidade, coisas que vão de contra o bem comum, do condomínio e dos condominos a contra os direitos pessoais, moral, ético e do patrimônio e ou de direitos de toda ordem e sorte. Este tipo de "Deuses" "coronéis" "ditadores" "carrascos","marginais", subversivos" sequer suportão a ação de instituição legal que seja em prol dos direitos e da lei, sequer resistem a uma boa auditoria. Atificio e apelação que sempre fazem empuram ao condomino as custas de possiveis auditorias, ações, laudos. Fazem os absurdos de toda ordem e sorte, picaretagem, isto quando não ameaçam a integridade fisica, moral, e ética do prejudicado reclamante por direitos minimos.......... sem opinião
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