Dinheiro
07/11/2008 - 15h41

Bush vê sinais positivos na economia dos EUA apesar de alta do desemprego

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da Efe, em Washington
da Folha Online

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse nesta sexta-feira que há alguns sinais positivos na economia, apesar da alta do desemprego, e afirmou que passará algum tempo até que as medidas do governo tenham realmente um efeito.

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Em comunicado, Bush prometeu seguir com a atenção centrada na economia até 20 de janeiro, quando será substituído por Barack Obama na Presidência.

'Sei que os americanos estão muito preocupados com os desafios que nossa economia enfrenta, mas nosso sistema superou grandes desafios antes e temos confiança em que fará isso de novo', disse Bush.

O presidente mencionou a cúpula do G20, que reúne países emergentes e desenvolvidos, prevista para a próxima semana em Washington, que pretende iniciar a reforma do sistema financeiro mundial.

Além isso, Bush pediu novamente ao Congresso que aprove os tratados de livre-comércio dos EUA com Colômbia, Panamá e Coréia do Sul.

A economia americana, à beira da recessão, eliminou 240 mil postos de trabalho no mês de outubro, marcando o décimo mês consecutivo de fechamento de vagas no país. A taxa de desemprego, por sua vez, subiu para 6,5% no mês passado, contra 6,1% em setembro. Foi a pior taxa desde fevereiro de 1994, quando ficou em 6,6% --em março daquele ano, a taxa também ficou em 6,5%.

A queda no mês passado se segue a outras quedas, de 127 mil postos de trabalho em agosto e 284 mil em setembro (números revisados). O dado de setembro ficou muito pior que o da divulgação original, que mostrava uma queda de 159 mil empregos.

De janeiro a outubro deste ano, segundo o departamento, houve corte de 1,2 milhão de empregos no país; mais da metade dessa perda foi registrada nos últimos três meses. O número de pessoas desempregadas nos EUA aumentou em 603 mil, para um total de 10,1 milhões de pessoas. Nos últimos 12 meses, o número de desempregados no país aumentou em 2,8 milhões de pessoas e a taxa de desemprego viu um aumento de 1,7 ponto percentual.

Comentários dos leitores
celso assis (68) 27/11/2009 12h34
celso assis (68) 27/11/2009 12h34
Que beleza estas agencias de classificação de risco - Moody's e Standard and Poors . Depois que os animais passaram é que veem que precisavam feicharem a porteira. O mesmo acontece aqui com analistas famosos tempos atras, mas que agora não perceberam que ficaram ultrapassados, passaram a trabalhar em orgaos da midia não tão importantes. Deveriam ir é pescar, pois schegam a ser ridiculos. sem opinião
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sydney zucchini (68) 27/11/2009 12h23
sydney zucchini (68) 27/11/2009 12h23
Dizem que já passa de cem o número de pessoas contratadas pela equipe de Franklin Martins, com a finalidade de ficar postando elogios ao governo atual nos principais foruns da internet.
Qual será o salário desse pesoal, hein? Bolsa internet...ahahah
sem opinião
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Danilo Ferreira (1) 27/11/2009 12h21
Danilo Ferreira (1) 27/11/2009 12h21
Caro Cassio Tavares; respeito a sua opinião que conforme vc mesmo afirmou é tbem a de mais de 90% da população brasileira. No entanto, só por causa disso vc vem dizer para os 6,2% restantes ficarem calados é um grande absurdo. Vivemos em um país democrático onde todos podem manifestar suas opiniões e dizer com todas as letras que esse governo não é de fato um vaso de ouro. O pior cego é aquele que não quer enxergar. E essa piadinha do sapato foi no mínimo ridicula. sem opinião
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