Publicidade

Dinheiro
10/11/2008 - 08h00

Preço do barril do petróleo da Opep mantém queda e alcança US$ 53,49

Publicidade

da Efe, em Viena

O preço do barril do petróleo de referência da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) manteve sua tendência de baixa na sexta-feira (7), ao ser cotado a US$ 53,49 o barril, após uma queda de US$ 1,40.

Esta informação foi dada em Viena (Áustria) pelo secretariado da Opep, que diariamente calcula e publica a cotação correspondente ao dia anterior de seu barril (de 159 litros), calculado com base em uma mistura de 13 tipos de petróleo.

Assim, o preço do produto continuou se afastando de seu recorde histórico, de US$ 140,73, alcançado no início de julho passado.

Para diminuir a queda, a Opep decidiu diminuir sua oferta conjunta de petróleo em 1,5 milhão de barris diários a partir do dia 1º deste mês, mas até o momento a medida não surtiu efeito.

Já na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), o barril do petróleo cru para entrega em dezembro terminou cotado a US$ 60,04, um aumento de US$ 0,27 em relação ao fechamento do dia anterior. Os preços subiram depois de duas sessões de forte baixa e de uma breve passagem sob a marca dos US$ 60.

O preço do barril perdeu quase US$ 10 na semana passada em duas sessões depois da divulgação de relatórios do Departamento de Energia e da IEA (Agência Internacional da Energia, na sigla em inglês) alertando para uma forte redução do consumo.

A alta dos mercados foi registrada no momento da publicação de um relatório sobre o emprego nos Estados Unidos, apontando para a pior taxa de desemprego dos últimos 14 anos no país. "Se continuarmos a ver um aumento do desemprego e anúncios incessantes de demissões, a demanda de petróleo e os preços ficarão sob pressão", alertou o analista Andy Lipow, da Lipow Oil Associates.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1417) 25/11/2009 16h33
Luís da Velosa (1417) 25/11/2009 16h33
O que me intriga nessa história toda de energia limpa, não é outra coisa senão algumas nações teimarem em "queimar" combustíveis fósseis, possibilitando o crescente acúmulo de CO2 na atmosfera, elevando o alargamento, provocando o efeito estufa, da camada de ozônio, etc., etc. Se querem "limpar" o mundo, que pesquisem e utilizem, urgentemente, os biocombustíveis, a energia solar e a eólica. É um verdadeiro paradoxo. sem opinião
avalie fechar
O Pacificador (194) 20/11/2009 13h32
O Pacificador (194) 20/11/2009 13h32
Preço do petróleo tem forte recuo com alta do dólar...
Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
1 opinião
avalie fechar
Cassio Tavares (649) 17/11/2009 17h45
Cassio Tavares (649) 17/11/2009 17h45
Essa declaração do Aécio só vem confirmar a grande admiiração que tem pelo Presidente Lula. Ele que já havia dito assim ;
EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
4 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (360)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca