Inflação pelo IGP-M sobe 0,80% na primeira estimativa de novembro
da Folha Online
O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) teve alta de 0,80% na primeira leitura prévia de novembro, contra alta de 0,55% na primeira projeção de outubro. Nessa apuração, o índice acumula alta de 10,4% e, nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 12,34%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
Entenda a diferença entre os principais índices de inflação
A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. A primeira prévia do IGP-M de novembro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de outubro.
O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 1,01% na leitura divulgada hoje, contra 0,71% um mês antes. O índice dos preços dos Bens Finais passou de deflação de 0,17% para alta de 0,29%, com destaque para o subgrupo alimentos processados (de 0,20% para 0,92%). No estágio dos Bens Intermediários, o índice passou de 1,03% para 1,51%, com destaque para o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 0,93% para 1,49%).
O índice referente a Matérias-Primas Brutas subiu 1,04%, menos que na primeira prévia de outubro, 1,20%. Os destaques foram soja em grão (2,58% para -1,16%), mandioca (23,20% para 3,79%) e suínos (4,96% para -6,82%). Já os itens minério de ferro (10,06% para 19,28%), leite in natura (-12,87% para -5,05%) e cana-de-açúcar (-0,84% para 1,79%) tiveram elevação.
O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,22%, contra ligeira deflação de 0,08% um mês antes. Os grupos Alimentação (-0,87% para 0,12%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,10% para 0,43%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,08% para 0,26%) subiram, com destaque para carnes bovinas (0,50% para 3,97%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,58% para 0,38%) e passagem aérea (-2,04% para 2,87%).
Já os grupos Despesas Diversas (0,56% para -0,14%), Vestuário (0,77% para 0,63%), Transportes (0,19% para 0,12%) e Habitação (0,27% para 0,26%) tiveram redução, com destaque para cigarros (1,74% para 0,00%), calçados (1,16% para -0,49%), álcool combustível (1,63% para 0,04%) e taxa de água e esgoto residencial (1,75% para 0,07%).
O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,70%, desacelerando em relação ao verificado um mês antes, 0,97%. O índice relativo a Materiais e Serviços subiu 1,19%, contra 1,55% em outubro. O índice que representa o custo da Mão-de-Obra subiu 0,13% neste mês, contra 0,29% na primeira prévia de outubro.
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Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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