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Dinheiro
10/11/2008 - 10h55

Inflação pelo IGP-M sobe 0,80% na primeira estimativa de novembro

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da Folha Online

O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) teve alta de 0,80% na primeira leitura prévia de novembro, contra alta de 0,55% na primeira projeção de outubro. Nessa apuração, o índice acumula alta de 10,4% e, nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 12,34%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Entenda a diferença entre os principais índices de inflação

A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. A primeira prévia do IGP-M de novembro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de outubro.

O IPA (Índice de Preços por Atacado) subiu 1,01% na leitura divulgada hoje, contra 0,71% um mês antes. O índice dos preços dos Bens Finais passou de deflação de 0,17% para alta de 0,29%, com destaque para o subgrupo alimentos processados (de 0,20% para 0,92%). No estágio dos Bens Intermediários, o índice passou de 1,03% para 1,51%, com destaque para o subgrupo materiais e componentes para a manufatura (de 0,93% para 1,49%).

O índice referente a Matérias-Primas Brutas subiu 1,04%, menos que na primeira prévia de outubro, 1,20%. Os destaques foram soja em grão (2,58% para -1,16%), mandioca (23,20% para 3,79%) e suínos (4,96% para -6,82%). Já os itens minério de ferro (10,06% para 19,28%), leite in natura (-12,87% para -5,05%) e cana-de-açúcar (-0,84% para 1,79%) tiveram elevação.

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,22%, contra ligeira deflação de 0,08% um mês antes. Os grupos Alimentação (-0,87% para 0,12%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,10% para 0,43%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,08% para 0,26%) subiram, com destaque para carnes bovinas (0,50% para 3,97%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,58% para 0,38%) e passagem aérea (-2,04% para 2,87%).

Já os grupos Despesas Diversas (0,56% para -0,14%), Vestuário (0,77% para 0,63%), Transportes (0,19% para 0,12%) e Habitação (0,27% para 0,26%) tiveram redução, com destaque para cigarros (1,74% para 0,00%), calçados (1,16% para -0,49%), álcool combustível (1,63% para 0,04%) e taxa de água e esgoto residencial (1,75% para 0,07%).

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,70%, desacelerando em relação ao verificado um mês antes, 0,97%. O índice relativo a Materiais e Serviços subiu 1,19%, contra 1,55% em outubro. O índice que representa o custo da Mão-de-Obra subiu 0,13% neste mês, contra 0,29% na primeira prévia de outubro.

Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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