China tem "responsabilidade" na contenção da crise, diz ministro alemão
da Efe, em Berlim
O ministro de Economia da Alemanha, Michael Glos, afirmou nesta segunda-feira que a China, como "país emergente rico em moeda estrangeira", tem uma "responsabilidade especial" na contenção da atual crise financeira internacional.
Glos se reuniu em Berlim com o ministro de Comércio chinês, Chen Deming, com quem coincidiu na necessidade de "amortecer" a desaceleração econômica.
O ministro chinês destacou, por sua parte, que o aprofundamento nas relações econômicas bilaterais entre China e Alemanha contribui para a estabilização do mercado financeiro mundial.
Neste fim de semana, o governo chinês anunciou um pacote de US$ 586 bilhões para ser usado até 2010 para impulsionar a demanda doméstica. Os investimentos serão concentrados em infra-estrutura e bem-estar social. Preocupada com a desaceleração de sua economia e com a crise global, a China anunciou no fim de outubro o segundo corte da taxa de juros no mês, de 0,27 ponto percentual na taxa de juros --a taxa de empréstimos para um ano caiu, assim, de 6,93% para 6,66%.
O PIB chinês cresceu 9,9% entre janeiro e setembro deste ano em relação ao ano passado, 2,3 pontos percentuais a menos que no mesmo período de 2007.
Assim, o pacote de medidas destinadas a estimular a economia abrangerá até 2010 dez programas de impulso à vida da população, como casas para pessoas de baixa renda, infra-estruturas rurais, rede de transporte, ambiente, inovação tecnológica e reconstrução posterior aos desastres naturais.
"Para superar esta crise, precisamos do esforço de todos", disse Chen, que acrescentou, no entanto, que cada país deve escolher suas próprias medidas e pediu aos Estados Unidos para "fazer mais" contra a crise.
O ministro chinês destacou que o novo programa conjuntural do governo chinês favorecerá um maior consumo por parte dos 1,3 bilhão de cidadãos chineses, uma medida que, segundo Glos, abre novas possibilidades para os exportadores alemães.
O ministro alemão pediu também à China para aplicar fundos estatais nas empresas alemãs.
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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