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Dinheiro
11/11/2008 - 03h45

Obama pede que Bush atue para salvar indústria automobilística

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da Efe, em Washington

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu ao republicano George W. Bush que atue para evitar a quebra da indústria automobilística de Detroit. O pedido ocorreu durante o encontro de Obama com o presidente na Casa Branca durante processo da transferência de poder.

Segundo o jornal "The Wall Street Journal", durante o encontro Obama abordou com Bush a precária situação do setor automobilístico americano e pediu para que ele aja com rapidez com o objetivo de evitar a falência de um dos maior pólos de produção automotiva do mundo.

O pedido acontece em um momento no qual o Congresso começou a se movimentar para garantir à indústria automobilística de Detroit acesso aos fundos federais do plano de resgate de US$ 700 bilhões do governo.

O senador Carl Levin, de Michigan, disse que está elaborando uma lei, que espera ser aprovada rapidamente pelo Congresso, prevendo a liberação de fundos do plano de resgate multimilionário para salvar as empresas automobilísticas de Detroit da quebra.

Enquanto Obama estava reunido com Bush no Salão Oval e sua esposa, Michelle, era guiada pelos salões da Casa Branca pela primeira-dama, Laura Bush, o chefe para a transição do presidente eleito, John Podesta, manteve um encontro com o chefe de gabinete do atual presidente, Joshua Bolten.

Os assessores de Obama falaram com líderes do Congresso antes da reunião na Casa Branca para abordar duas questões: como Washington pode ajudar de maneira imediata o setor automobilístico e se as duas câmaras podem aprovar em uma sessão da próxima semana um novo plano de estímulo econômico.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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