Operários vão às ruas na Argentina contra crise na indústria automotiva
da Folha Online
Milhares de operários da indústria automotiva foram às ruas nesta segunda-feira na Argentina para protestas contra os efeitos da crise no setor. Nos últimos dias, as fabricantes têm suspendido turnos de trabalho, criado planos de férias coletivas e demitido funcionários ante a crise financeira global.
Segundo Mario Manrique, um dos líderes do Sindicato de Mecânicos, afiliado à central operária CGT, colunas de manifestantes vindos em caravana de cidades da província de Buenos Aires concentraram-se diante do Ministério do Trabalho.
A presidente peronista Cristina Kirchner havia se comprometido a "defender o emprego e a produção" ante a crise financeira mundial iniciada nos Estados Unidos.
O setor automotivo liderou nos últimos anos o vigoroso crescimento industrial da Argentina, com um recorde histórico de produção em 2007: foram fabricados 544.500 veículos, com uma perspectiva de 600 mil para 2008.
O Sindicato de Mecânicos denunciou que 10.000 operários já foram afastados desde o começo da crise, à qual as empresas atribuem à queda das exportações que têm como principal destino o Brasil, seguido do México e da União Européia.
A Renault, que conta com 1.400 empregados, anunciou dias atrás férias coletivas de 10 dias para 1.000 operários, depois de ter rescindido 350 contratos transitórios semanas atrás.
A Volkswagen, que exporta 95% de seus produtos e a Iveco, do grupo Fiat, adiantou férias coletivas.
Na província de Buenos Aires (centro-leste), a Peugeot aplica reduções da jornada de trabalho para 4.000 operários; e a Mercedes Benz, com 2.000 trabalhadores, aplica rotatividade nas jornadas.
A General Motors, com fábrica em Santa Fé (centro-leste), despediu 435 empregados, mas o governo provincial ditou uma conciliação obrigatória e a montadora está em plena negociação sindical.
A queda da produção trouxe um impacto negativo na indústria de autopeças, que no começo de outubro advertiu que estavam em risco em curto prazo 1.100 postos de trabalho. O setor emprega diretamente 60.000 pessoas.
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Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
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Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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