Rio Tinto diminuirá produção na Austrália por queda na demanda na China
da Efe, em Xangai
A mineradora anglo-australiana Rio Tinto reduzirá em 10% a produção de suas minas da Austrália por causa da redução da demanda das siderúrgicas chinesas, informou nesta terça-feira o jornal "Shanghai Daily".
"Essa redução é uma medida prudencial para ajustar a produção com as novas necessidades de nossos clientes, tendo em vista a queda da demanda da China no quarto trimestre do ano", disse o presidente do Rio Tinto, Tom Albanese.
A companhia segue assim o exemplo de seu maior rival, a Vale do Rio Doce, que cortou sua produção de minério de ferro no final de outubro em 30 milhões de toneladas por causa da crise econômica, "contribuindo para minimizar riscos de maiores danos no futuro", segundo assegurou então a empresa em comunicado.
A produção de aço da China, o maior fabricante deste metal, crescerá pelo menos 5% no próximo ano graças ao pacote de medidas que o governo chinês anunciou no domingo passado para estimular a economia do país.
O pacote, de US$ 586 bilhões, deverá ser usado até 2010 para impulsionar a demanda doméstica. Os investimentos serão concentrados em infra-estrutura e bem-estar social. Preocupada com a desaceleração de sua economia e com a crise global, a China anunciou no fim de outubro o segundo corte da taxa de juros no mês, de 0,27 ponto percentual na taxa de juros --a taxa de empréstimos para um ano caiu, assim, de 6,93% para 6,66%.
O PIB chinês cresceu 9,9% entre janeiro e setembro deste ano em relação ao ano passado, 2,3 pontos percentuais a menos que no mesmo período de 2007.
Assim, o pacote de medidas destinadas a estimular a economia abrangerá até 2010 dez programas de impulso à vida da população, como casas para pessoas de baixa renda, infra-estruturas rurais, rede de transporte, ambiente, inovação tecnológica e reconstrução posterior aos desastres naturais.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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