Dinheiro
11/11/2008 - 17h01

Secretário-geral da OEA pede maior regulação de mercados perante crise

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da Efe, em Santiago

O secretário-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza, defendeu nesta terça-feira a regulação dos mercados para fazer frente à crise econômica internacional, que a América Latina enfrenta, segundo ele, "melhor preparada" que em outras ocasiões.

O político chileno analisou a conjuntura econômica durante uma palestra sobre. "A crise financeira global e o impacto para os países latino-americanos", feita na Universidade de Santiago.

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Perante acadêmicos e estudantes, Insulza defendeu a regulação dos mercados como antídoto para evitar crises financeiras como a atual e denunciou que os organismos internacionais não cumpriram esse papel porque se dedicaram a supervisionar os países emergentes.

O principal responsável da OEA aludiu ao trabalho do FMI (Fundo Monetário Internacional) ao assegurar que "ninguém disse aos Estados Unidos que estavam devendo demais", uma situação que "todo mundo sabia", mas "ninguém fez nada para evitar".

"Não estou sugerindo inventar um sistema econômico que suceda o capitalismo, mas devemos aceitar que as experiências nos ensinaram que este deve ser regulado por uma autoridade que expresse democraticamente os interesses da comunidade", assegurou.

Quanto às repercussões na América Latina, Insulza acredita que a região está "melhor preparada" que em outras ocasiões, já que os Estados mantiveram "um comportamento equilibrado e responsável" em matéria econômica e a democracia rege em todos os países da OEA.

Insulza mostrou sua preocupação pelo fato de que a crise internacional prejudique esse crescimento nos próximos anos, quando a região poderia diminuir sua dependência da exportação de matérias-primas e produtos manufaturados e a fraqueza de suas instituições financeiras, segundo ele "ainda precárias".

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1425) 25/11/2009 17h15
Luís da Velosa (1425) 25/11/2009 17h15
E depois da bonança, também pode vir a tempetade. O Natal pode parecer mais vibrante, luminoso, uma festa maravilhosa para o advento do nascimento do Menino Jesus. Mais tarde, de janeiro a novembro, muitos consumidores serão inumados por dívidas. sem opinião
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Marco Hundsdorfer (33) 25/11/2009 11h34
Marco Hundsdorfer (33) 25/11/2009 11h34
Cara Chris Maria.
Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
sem opinião
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Chris Maria (238) 25/11/2009 09h44
Chris Maria (238) 25/11/2009 09h44
Parte 1
Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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