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Dinheiro
11/11/2008 - 19h01

Petróleo cai e volta a valer menos de US$ 60 em NY

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da Efe, em Nova York

O preço do barril do petróleo cru caiu hoje 4,9%, para US$ 59,33, fechando abaixo dos US$ 60 em Nova York pela primeira vez em 20 meses.

Os contratos do petróleo cru com vencimento em dezembro perderam hoje na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês) o valor que tinham ganhado nos dois últimos pregões, para fechar a US$ 59,33 por barril, frente à cotação de US$ 62,41 de segunda-feira.

Em Londres, o barril do petróleo Brent (de referência na Europa) recuou 6,09% no mercado futuro e fechou a US$ 55,71, pelo temor dos investidores de que a desaceleração econômica provoque um queda da demanda.

Segundo os analistas, a queda do preço responde ao medo dos investidores de que a economia mundial continue desacelerando e que os Estados Unidos, maiores consumidores de petróleo, entrem em recessão.

Isso forçaria uma redução da demanda de petróleo e combustíveis e, portanto, maior abundância de reservas que tenderia a reduzir os preços de uma matéria-prima que no começo do ano se negociava a quase US$ 100 por barril.

A notícia de que o México, sexto maior produtor do mundo, tomará medidas contra os baixos preços do petróleo, segundo o jornal "Financial Times", derrubou o otimismo de ontem, quando o petróleo cru e o Brent subiram após o governo chinês anunciar ajuda financeira de US$ 586 bilhões para impulsionar sua economia.

As medidas a serem tomadas pelo México foram entendidas no mercado como um sinal a mais de que os países produtores estão preocupados pelo impacto negativo da desaceleração econômica global em suas receitas.

Comentários dos leitores
JUAN LUIS SCHENONE (1) 05/07/2009 01h50
JUAN LUIS SCHENONE (1) 05/07/2009 01h50
Porque a Petrobras nao aproveita e compra parte da YPF?
Mais cedo ou mais tarde alguem vai ter que buscar petroleo nas aguas da Argentina e o Brasil deveria estar nesse negocio.
sem opinião
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Manoel Matos (1) 19/06/2009 20h46
Manoel Matos (1) 19/06/2009 20h46
Entendo que o marco regulatório do pré-sal é um assunto delicado, mas por outro lado não deveria haver demasiada demora. A rapidez pode gerar confiança aos investidores e parceiros no projeto.
A independência energética do nosso país no atual momento de crise é crucial para atrair novos investimentos e gerar mais empregos.
Um outro ponto fundamental é não fazer desse projeto e da Petrobras um motivo de batalha política entre partidos de oposição.
Agora é o momento de deixar de lado qualquer divergência política e pensar no Brasil.
Quanto á demora da transnordestina, penso que é fundamental apoiar a CSN no projeto; e mais uma vez pensar em nosso país. Nosso grande país do presente e do futuro.
Espero que os dirigentes e todos envolvidos possam entender a mensagem e agir com a mais boa vontade de fazer as coisas acontecerem.
4 opiniões
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sérgio dourado (188) 18/06/2009 14h03
sérgio dourado (188) 18/06/2009 14h03
O governo está com mais uma das portas de um grande destino para o Brasil. Espero que se pense no país,quando se explorar a imensa quantidade de óleo na camada pré-sal. Pois já que não temos pessoas competentes no comando do país,que pense estrategicamente seu destino,a natureza vai nos provendo dos bens materiais para se atingir o ponto mais alto no desenvolvimento sustentável. Resta-nos pessoas que pensem o petróleo,por exemplo,não somente como um produto de exportação,mas como vetor de crescimento da economia como um todo,baixando impostos que incide sobre um produto que temos autosuficiência clara,devido aos potenciais dos campos petrolíferos descobertos,e também pelas reservas de gás que a mesma Petrobras dispõe em solo brasileiro. Somos talvez o único país que pode contar com uma grande matriz energética renovável,no caso do biocombustível,ao passo que a Inglaterra dispõe de somente 4% de matriz energética renovável. No Brasil esse percentual se eleva para mais de 40%.Somos uma potência em níveis energéticos e de produção de proteína vegetal e animal. A grande capacidade do país em produzir alimentos,energia,somente pode precisar de pessoas mais qualificadas e tecnologias mais avançadas:assim o Brasil não terá o que temer. A pauta de exportação do país vai do grão de soja,ao avião.Portanto,podemos e devemos avançar mais do que os outros países,ainda mais a China,Rússia e Índia,nos parceiros e ao mesmo tempo, competidores, diretos. Chega de atos secretos e corrução.. 16 opiniões
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