Petróleo cai e volta a valer menos de US$ 60 em NY
da Efe, em Nova York
O preço do barril do petróleo cru caiu hoje 4,9%, para US$ 59,33, fechando abaixo dos US$ 60 em Nova York pela primeira vez em 20 meses.
Os contratos do petróleo cru com vencimento em dezembro perderam hoje na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês) o valor que tinham ganhado nos dois últimos pregões, para fechar a US$ 59,33 por barril, frente à cotação de US$ 62,41 de segunda-feira.
Em Londres, o barril do petróleo Brent (de referência na Europa) recuou 6,09% no mercado futuro e fechou a US$ 55,71, pelo temor dos investidores de que a desaceleração econômica provoque um queda da demanda.
Segundo os analistas, a queda do preço responde ao medo dos investidores de que a economia mundial continue desacelerando e que os Estados Unidos, maiores consumidores de petróleo, entrem em recessão.
Isso forçaria uma redução da demanda de petróleo e combustíveis e, portanto, maior abundância de reservas que tenderia a reduzir os preços de uma matéria-prima que no começo do ano se negociava a quase US$ 100 por barril.
A notícia de que o México, sexto maior produtor do mundo, tomará medidas contra os baixos preços do petróleo, segundo o jornal "Financial Times", derrubou o otimismo de ontem, quando o petróleo cru e o Brent subiram após o governo chinês anunciar ajuda financeira de US$ 586 bilhões para impulsionar sua economia.
As medidas a serem tomadas pelo México foram entendidas no mercado como um sinal a mais de que os países produtores estão preocupados pelo impacto negativo da desaceleração econômica global em suas receitas.
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Mais cedo ou mais tarde alguem vai ter que buscar petroleo nas aguas da Argentina e o Brasil deveria estar nesse negocio.
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A independência energética do nosso país no atual momento de crise é crucial para atrair novos investimentos e gerar mais empregos.
Um outro ponto fundamental é não fazer desse projeto e da Petrobras um motivo de batalha política entre partidos de oposição.
Agora é o momento de deixar de lado qualquer divergência política e pensar no Brasil.
Quanto á demora da transnordestina, penso que é fundamental apoiar a CSN no projeto; e mais uma vez pensar em nosso país. Nosso grande país do presente e do futuro.
Espero que os dirigentes e todos envolvidos possam entender a mensagem e agir com a mais boa vontade de fazer as coisas acontecerem.
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