Grupo financeiro ING perde US$ 600 mi no trimestre, primeiro prejuízo da história
da Efe
O grupo holandês bancário e de seguros ING anunciou hoje um prejuízo de 478 milhões de euros (US$ 598,9 milhões) no terceiro trimestre de 2008, segundo comunicado divulgado pela instituição.
10 questões para entender o tremor na economia
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Veja os países e instituições financeiras afetados diretamente
No terceiro trimestre de 2007, o ING, que nunca havia registrado prejuízo, registrou um lucro líquido de 2,3 bilhões de euros (US$ 2,88 bilhões).
O ING, que em recebeu uma injeção de capital estatal de 10 bilhões de euros (US$ 12,5 bilhões), já havia antecipado neste mês que, devido à crise financeira internacional, sofreria uma perda de cerca de 500 milhões de euros (US$ 626,3 milhões) no terceiro trimestre de 2008.
Entre julho e setembro deste ano, o grupo holandês teve de diminuir em 1,5 bilhão de euros (US$ 1,88 bilhão) o valor de diferentes produtos, entre eles os vinculados ao mercado imobiliário americano.
Durante os primeiros nove meses de 2008, o ING obteve um lucro líquido de 2,982 bilhões de euros (US$ 3,737 bilhões), o que representa uma redução de 55,9% em comparação com os 6,759 bilhões de euros (US$ 8,471 bilhões) registrados durante o mesmo período do ano anterior.
Leia mais
- Lucro da BM&F-Bovespa cresce 42,6% e atinge R$ 235,6 mi no trimestre
- Banco Mundial concede crédito de US$ 50 milhões à Argentina
- Lucro da Petrobras quase dobra no 3º tri e bate R$ 10,852 bilhões
- Lula e Berlusconi vão propor economia menos especulativa ao G20
- Estados Unidos anunciam plano para evitar execução de hipotecas
Especial
- Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar