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Dinheiro
12/11/2008 - 09h44

Banco alemão Hypo Real Estate tem prejuízo de US$ 3,88 bi no trimestre

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da France Presse
da Folha Online

O banco imobiliário alemão Hypo Real Estate (HRE) anunciou nesta quarta-feira um prejuízo líquido de 3,1 bilhões de euros (US$ 3,88 bilhões) no terceiro trimestre de 2008. O banco está entre as instituições européias mais afetadas pela nova fase da crise financeira, iniciada em setembro com a quebra do banco americano Lehman Brothers.

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O prejuízo superou as expectativas dos analistas, que previam um prejuízo de 2,2 bilhões de euros (US$ 2,75 bilhões).

No início de outubro, o governo alemão e bancos privados fecharam um pacote de ajuda ao Hypo Real Estate no valor de 50 bilhões de euros (à época, o valor correspondia a US$ 69 bilhões). A medida pretendia devolver ao banco a liquidez necessária e recuperar a estabilidade dos mercados financeiros.

Uma série de instituições financeiras, de bancos de varejo a seguradoras, já registraram perdas bilionárias, foram nacionalizadas ou quebraram no último ano, em decorrência da crise financeira que se originou nos Estados Unidos e se alastrou pela Europa, principalmente.

Indiretamente, porém, centenas de outros países são afetados, como o Brasil, por exemplo, onde a falta de crédito preocupa. Na Europa, temendo os efeitos colaterais, outras nações decidiram garantir os depósitos dos correntistas nos bancos, para evitar uma corrida de saques.

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o ministro das Finanças, Peer Steinbrück, haviam rejeitado a possibilidade de nacionalizar a instituição. A ajuda, no entanto, se tornou necessária depois que os bancos privados decidiram se retirar do pacote de resgate estipulado com o governo após ser anunciado que as necessidades econômicas do banco eram superiores ao informado anteriormente.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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