Tesouro dos EUA deve prestar contas sobre pacote anticrise de US$ 700 bi
da Folha Online
O secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, deve apresentar nesta quarta-feira uma prestação de contas sobre a aplicação do pacote de US$ 700 bilhões, elaborado pelo Departamento do Tesouro e aprovado pelo Congresso no início de outubro, para salvar os setor financeiro.
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O pacote tem recebido críticas, segundo a agência de notícias Associated Press (AP), por ter se desviado do foco --a medida se destinava à compra de papéis "podres" (títulos com baixíssima probabilidade de resgate, ou seja, com alto risco de calote) das carteiras dos bancos.
O dinheiro, no entanto, teve outros usos: no dia 14 do mês passado, o presidente George W. Bush anunciou que US$ 250 bilhões do pacote seriam usados para comprar participações acionárias em bancos, não necessariamente em situação grave com a do Lehman Brothers, que quebrou em meados de setembro.
Além disso, o governo recebeu críticas por utilizar parte do pacote para ajudar empresa de fora do setor bancário. A indefinição sobre qual o critério para qualificar as empresas que poderão receber os recursos do pacote já abriu espaço para que grupos fora do setor bancário pleiteassem a ajuda. Entre os grupos que pediram ajuda estão seguradoras como Allstate e MetLife, além de financeiras como GE Capital e a GMAC (o braço financeiro da fabricante de automóveis General Motors).
Os casos mais recentes desse tipo de ação foram a reestruturação da dívida da seguradora AIG e a conversão da gigante americana do setor de cartões de crédito American Express (AmEx) em um banco comercial.
O Federal Reserve (Fed, o BC americano) havia feito um empréstimo inicial de US$ 85 bilhões, antes da aprovação do pacote. Na segunda-feira o Fed e o Tesouro informaram que empregarão US$ 40 bilhões adicionais para a aquisição de ações preferenciais na AIG, maior seguradora do mundo, além de um empréstimo de US$ 60 bilhões e outros US$ 50 bilhões em capital, que será usado principalmente para a aquisição de ativos problemáticos.
No caso da AmEx, o Fed informou que "à luz das circunstâncias exigentes e pouco comuns que afetam os mercados financeiros, e todos os outros fatores e circunstâncias, a diretoria [do Fed] determinou que existem condições de emergência que justifiquem uma ação rápida". A AmEx solicitou a conversão para ter acesso à ajuda do governo através do pacote.
Os bancos de investimento Goldman Sachs e Morgan Stanley obtiveram em setembro a autorização para se converterem em bancos comerciais. Assim, as duas instituições também esperam ter o mesmo acesso que outros bancos comerciais aos recursos do pacote.
O Congresso liberou inicialmente US$ 350 bilhões do pacote. Desse montante, o Tesouro já empenhou US$ 290 bilhões --os US$ 250 bilhões destinados a comprar participações em bancos e os US$ 40 bilhões para a AIG, segundo o diário americano "The New York Times".
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Ô Bama! Você não aprende mesmo né?
Tá achando que ainda está em um daqueles palanques da campanha, quando a platéia aplaudia o tempo todo?
Aos poucos, está aprendendo que o buraco é mais embaixo.
Foi á China, fazer média com os comunistas escravagistas e tomou uma raquetada, ao acusarem os EUA de protecionistas.
O detalhe aí, é que NINGUÉM no mundo é mais protecionista que República Popular da China.
Aposto que Obama ouviu á tudo calado, e saiu de fininho, como está sendo até agora, sua "marca" registrada...
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