Clima para consumo nos EUA é o pior em 42 anos, diz rede varejista
da Folha Online
A rede varejista americana do setor de produtos eletrônicos Best Buy reduziu nesta quarta-feira sua previsão de lucros para o ano fiscal em curso (que termina em fevereiro de 2009), no que o executivo-chefe da rede, Brad Anderson, qualificou de "o pior clima para negócios" já visto pela companhia desde sua fundação, em 1966.
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"Em 42 anos no comércio varejista, nunca vimos um período tão difícil para os consumidores", disse também o diretor da empresa, Brian Dunn. "O público está reconsiderando de forma drástica suas compras e nós não estamos imunes."
A previsão da Best Buy agora é de ganhos por ação entre US$ 2,30 e US$ 2,90. A previsão anterior era de um lucro entre US$ 3,25 e US$ 3,40.
A previsão de receita ficou entre US$ 43,7 bilhões e US$ 45,4 bilhões. Para as vendas nas mesmas lojas (abertas há pelo menos 14 meses) a previsão é de uma queda de 1% no ano. Em outubro as vendas da rede caíram 7,6%.
Para o período de novembro a fevereiro, as vendas nas mesmas lojas devem cair entre 5% e 15%.
A expectativa dos analistas é de ganho por ação de US$ 3,02 e vendas de US$ 46,23 bilhões para o ano fiscal.
"A Best Buy simplesmente não consegue se ajustar rápido o bastante para se manter nossos ganhos neste ano", disse Anderson. A divulgação de resultados trimestrais da empresa deve ocorrer no dia 16 de dezembro.
A Best Buy anuncia as más notícias na mesma semana em que a Circuit City --segunda maior cadeia americana de lojas de produtos eletrônicos-- anunciou pedido de proteção sob o chamado "Capítulo 11" da lei de falências dos Estados Unidos. Em comunicado, a rede, porém, informou que manterá suas lojas abertas por conta da aproximação das festas de fim de ano.
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O anúncio da Circuit City ocorreu pouco mais de uma semana depois do fechamento de 155 lojas (cerca de 20% do total) por parte da empresa e a redução de 17% de seus trabalhadores nos Estados Unidos.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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