OMC diz que bancos regionais devem compartilhar risco de empréstimos
da Efe, em Genebra
A OMC (Organização Mundial do Comércio) sugeriu nesta quarta-feira que bancos privados e regionais de desenvolvimento compartilhem o risco de conceder empréstimos para financiar a troca comercial no mundo.
Representantes de 30 bancos privados e regionais de desenvolvimento se reuniram hoje em Genebra na sede da organização para discutir suas propostas sobre como fazer frente à falta de liquidez para financiar o comércio.
Sobre a reunião, Armando Mariante, vice-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), disse que tinha sido constatado que "a crise é grave, e sem uma solução, o crescimento das exportações em 2009 será claramente ameaçado".
Já o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, acredita que "a primeira coisa que ficou clara na reunião é que a situação está ruim, e há poucas opções que melhore."
No encontro, ficou evidente que existe um déficit de liquidez de US$ 25 bilhões para financiar os intercâmbios comerciais no mundo.
Por isso, uma das soluções que as autoridades da OMC sugeriram e que foi aceita como positiva pelos presentes é que se compartilhem os riscos do financiamento entre as entidades privadas e as agências e bancos governamentais de crédito.
"Discutimos como compartilhar os riscos. Chegamos à conclusão de que os governos têm que fornecer mais apoio ao comércio, já feito com algo muito mais complexo que o financiamento ao comércio", assegurou Lamy.
"Do que é necessário é uma pequena quantidade se for comparado com o injetado no sistema bancário", acrescentou o diretor-geral da OMC, que lembrou que o financiamento comercial é um dos recursos "menos tóxicos".
Tudo o que foi discutido no encontro de hoje será resumido por Lamy em carta que será entregue a todos os participantes da reunião deste fim de semana em Washington, e na qual incluirá a sugestão sobre compartilhar riscos.
No dia 15, em Washington, representantes do G20 financeiro se reúnem para avaliar a crise financeira atual e as opções para superá-la e evitá-la no futuro.
"Os participantes da reunião de hoje me pediram que deixe claro na mensagem a Washington que querem que façam o possível para manter o comércio aberto", especificou Lamy.
Segundo a OMC, 90% do comércio internacional é financiado pelos créditos bancários a curto prazo, os que vão desde os três meses a um ano.
Embora ainda não haja números concretos, diferentes atores já constataram que houve uma contração dos créditos à importação e à exportação.
O vice do BNDES explicou, por exemplo, que, em outubro, as linhas de crédito para os exportadores brasileiros caíram 20%.
Participaram do encontro 30 representantes técnicos de 19 instituições, entre elas o FMI (Fundo Monetário Internacional), o Banco Mundial, o BERD (Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento), o Banco Africano de Desenvolvimento e o Banco Islâmico de Desenvolvimento.
Do lado privado participaram técnicos do HSBC, do JP Morgan, do Citigroup, do Royal Bank of Scotland e do Commerzbank.
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Especial


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Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
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Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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