Seguro de crédito é negado a fornecedores da GM e da Ford
da France Presse, em Washington
da Folha Online
As principais securitizadoras de crédito americanas decidiram não prestar serviços aos fornecedores do mercado automobilístico que tenham débitos com os fabricantes em dificuldades General Motors e Ford, anunciou nesta sexta-feira o diário inglês "Financial Times".
"Euler Hermes, Atradius e Coface, que controlam mais de 80% do mercado mundial de seguros de crédito, negam-se a subscrever apólices de seguro a esses fornecedores", diz o jornal, lembrando que GM e Ford "são os dois grandes grupos que nunca foram boicotados", antes.
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O seguro do crédito é usado para proteger os fornecedores contra o não pagamento de seus produtos por parte dos clientes.
Em meio à grave crise que afeta as empresas automotivas americanas, o senador republicano de Iowa, Chuck Grassley, sugeriu em carta dirigida a diretores da Ford, da General Motors e da Chrysler, que reduzam os próprios salários como forma de ajudar a enfrentar a situação financeira crítica do setor.
A General Motors é a montadora americana que se encontra em pior situação. A companhia perdeu nos últimos meses bilhões de dólares e com a crise dos mercados de crédito está esgotando seus fundos para manter suas atividades em andamento durante 2009.
Na sexta-feira passada, a GM revelou que perdeu US$ 2,5 bilhões durante o terceiro trimestre de 2008 e que, no mesmo período, consumiu US$ 6,9 bilhões, mais que o dobro do calculado pelos analistas do setor.
No mesmo dia, a GM deu por terminadas suas negociações com o fundo de investimentos Cerberus para a compra da Chrysler. A Cerberus, que controla 80,1% da Chrysler, não revelou a saúde financeira da terceira maior montadora americana, mas os analistas consideram que a empresa está em grave situação e queimando seu dinheiro também com velocidade.
A Ford também sofreu perdas de bilhões de dólares nos últimos dois anos, mas sua situação não parece ser tão crítica. As três companhias eliminaram dezenas de milhares de postos de trabalho e anunciaram cortes de produção, que ameaçam ainda mais demissões e baixas incentivadas maciças.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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