Confiança do consumidor nos EUA tem ligeira alta em novembro
da Folha Online
Atualizado às 13h41
A confiança do consumidor nos EUA teve uma ligeira variação para cima neste mês, mas continuou em nível baixo; o indicador apurado pela Universidade de Michigan, divulgado nesta sexta-feira, ficou em 57,9 pontos, contra 57,6 em outubro. O índice vem no mesmo dia em que o Departamento do Comércio dos EUA apresentou o pior dado sobre vendas no varejo desde 1992.
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A confiança do consumidor vem sendo afetada acentuadamente pelos efeitos da crise financeira sobre a economia americana: em setembro, o índice apurado pela universidade estava em 70,3 pontos, nível já considerado baixo. O instituto Conference Board também já mostrava no mês passado uma queda expressiva --de 61,4 pontos em setembro para 38 pontos em outubro.
Em 2007, o índice da Universidade de Michigan atingiu uma média de 85,6 pontos; em junho deste ano, o indicador chegou a 56,4 pontos, nível mais baixo desde 1980.
Mesmo assim, o dado divulgado hoje conseguiu superar as expectativas, que eram de uma queda para 56,7 pontos.
No varejo, as vendas nos EUA caíram 2,8%, resultado influenciado pela queda nas vendas de automóveis. O índice superou, assim, a marca recorde anterior, de queda de 2,65% em novembro de 2001, quando o país ainda lidava com as conseqüências para a economia dos ataques do 11 de Setembro.
Mesmo excluídas as vendas de veículos, o resultado foi fraco: queda de 2,2%. O resultado negativo de outubro foi o quarto consecutivo, superando também as previsões dos analistas, de uma queda de 2%.
O consumo responde por cerca de dois terços de toda a atividade econômica dos EUA. Com a retração no consumo, a recessão pode já estar presente. No trimestre passado, a economia dos EUA teve contração de 0,3%; para o trimestre em curso, a previsão é de novo resultado negativo. Dois trimestres de resultado negativo do PIB (produto Interno Bruto) são tidos como a definição de uma economia em recessão.
No mês passado, a economia americana eliminou 240 mil postos de trabalho; a taxa de desemprego, por sua vez, atingiu 6,5%, pior taxa desde fevereiro de 1994. Os pedidos de auxílio-desemprego, por sua vez, passaram de 500 mil na semana passada --o nível que indica que a economia está perto de uma recessão é 400 mil.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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