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Dinheiro
14/11/2008 - 17h06

Divergências entre Europa e EUA podem causar impasse no G20

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da Efe, em Washington

Os chefes de Estado europeus chegam hoje a Washington com uma agenda já encontrando oposição no presidente americano, George W. Bush, que rejeita a proposta deles de maior regulação global aos mercados, argumentando que a crise financeira foi causada por má gestão de risco.

O republicano Bush, que em pouco mais de dois meses entrega o cargo a seu sucessor, o democrata Barack Obama, afirmou ontem em um jantar com chefes de Estado em Washington que a atual crise mundial, com epicentro nos Estados Unidos, "não é um fracasso do livre mercado."

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Segundo ele, a culpa é de "normas defasadas e má gestão de risco" e "a solução não é um maior Governo, mas um Governo mais inteligente."

A visão é bem distinta dos chefes europeus, especial do presidente francês e de turno da UE, Nicolas Sarkozy, e do primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown.

Sarkozy chega a Washington com a intenção de firmar um acordo para iniciar amplas reformas com prazo de 100 dias, no que é apoiado pela chanceler alemã, Angela Merkel.

O premiê britânico, por sua vez, pretende reformar os organismos multilaterais para dar mais voz à Ásia e outras economias emergentes e insiste na necessidade de maiores ações coordenadas para impulsionar o crescimento.

Os observadores assinalaram que a proposta de Brown sobre o crescimento poderia ser apresentada com menos resistência que outras iniciativas, na "Cúpula sobre os Mercados Financeiros e a Economia Global", como foi batizada.

A resistência de Bush à política regulatória almejada pela Europa e a ausência do presidente eleito dos EUA, o democrata Barack Obama, aumentam as chances de que o encontro não se traduza em mudanças significativas.

Comentários dos leitores
Aldevino De Zan (29) 16/12/2009 10h41
Aldevino De Zan (29) 16/12/2009 10h41
A china comprará o minério da Vale mais barato, e venderá seus carros, aqui no Brasil, também mais barato.Já tá na hora da China invadir o mercado de automóveis no Brasil, pois vários outros setores estão sofrendo a pressão chinesa, com muitas demissões, pequenas fábricas quebrando.Seria bom um ataque chines a indústria automobilistica, pra acordar o Lula e o PT. sem opinião
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JOSE MOTTA (75) 15/12/2009 19h55
JOSE MOTTA (75) 15/12/2009 19h55
POLITICOS VAIDOSOS E INGENUOS? NÃO, SABEM MUTO BEM O QUE ESTÃO FAZENDO, INCLUSIVE O PRESIDENTE. MANTER O POVO SEM CULTURA E EDUCAÇÃO FAZ PARTE DO ESQUEMA. POVO CULTO E EDUCADO JAMAIS VOTARIAM NAS PESSOAS QUE GOVERNAM ESSE PAIS E E ESQUEMA DESABARIA. sem opinião
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André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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