BNDES registra queda de quase 30% no lucro, para R$ 5 bi
da Folha Online
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) informou nesta sexta-feira que registrou lucro líquido de R$ 5,1 bilhões nos primeiros nove meses de 2008, queda de 29,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o banco registrou R$ 7,2 bilhões.
O banco apontou como causa a queda do resultado de intermediação financeira antes da provisão para risco de crédito, puxada pela redução dos "spreads" cobrados pelo BNDES em seus financiamentos, de R$ 3,89 bilhões em 2007 para R$ 3,2 bilhões em 2008.
De acordo com o balanço, houve diminuição das taxas cobradas na concessão de crédito, na tentativa de incentivar novos investimentos na economia. Segundo o banco, as taxas básicas cobradas nas operações de crédito do banco, que variavam de 0% a 3%, caíram para 0% a 1,8%.
O segundo impacto sobre o lucro dos nove primeiros meses foi a redução do montante de reversão de provisão para risco de crédito, que passou de R$ 2,8 bilhões em 2007 para R$ 561 milhões em 2008. A queda, segundo o BNDES, decorreu da qualidade da carteira de crédito e do baixo nível de inadimplência. Como houve diminuição de provisão para devedores duvidosos também houve, conseqüentemente, menor recuperação dos créditos.
Ainda de acordo com o balanço, o desempenho foi favorecido pelo aumento de 63,9% do resultado com participações societárias, em relação a setembro de 2007. O valor saiu de R$ 3,6 bilhões em 2007 para R$ 5,9 bilhões em 2008. Mais de 80% deste resultado foi gerada no primeiro semestre de 2008.
O patrimônio líquido totalizou R$ 26,2 bilhões, correspondendo a um patrimônio de referência de R$ 44,1 bilhões, superior aos R$ 41,5 bilhões obtidos em 31 de dezembro de 2007.
Os ativos totais do Sistema BNDES somaram R$ 241,1 bilhões em 30 de setembro de 2008, apresentando crescimento de 18,9% em relação a dezembro do ano passado. Do ativo total, 78,8% é representado pela carteira líquida de financiamentos e repasses.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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