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Dinheiro
15/11/2008 - 13h08

Filipinos fazem manifestação contra a cúpula do G20

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colaboração para a Folha Online

Ativistas das Filipinas fazem manifestação contra a cúpula do G20 (grupo dos países mais ricos e os principais emergentes) em frente à sede da embaixada americana em Manila neste sábado. Os manifestantes do Movimento pela Liberdade da Coalizão da Dívida (FDC - Movimiento por la Libertad de la Coalición de la Deuda) exibiam grandes máscaras dos rostos dos líderes dos países membros do G20, que estão reunidos neste sábado em Washington.

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, recebe os líderes dos 20 países na Casa Branca em dois dias de conversas para promover melhorias no sistema financeiro mundial. O G20 pretende adotar um plano de ação contra a crise mundial, que combina um reforço da vigilância e da regulação das finanças com um apoio da atividade econômica.

Dennis M. Sabangan/Efe
Ativistas filipinos protestam com máscaras dos líderes dos países do G20, em Manila
Ativistas filipinos protestam com máscaras dos líderes dos países do G20, em Manila

Segundo a Presidência francesa, os chefes de Estado e de governo do G20 vão concordar neste sábado de estimular a economia mundial e aplicar uma nova regulação do sistema financeiro internacional, além de programar um segundo encontro para abril. Assim, será possível fazer um "primeiro balanço" das decisões adotadas na reunião de cúpula até 31 de março.

Os líderes devem publicar um comunicado final de cinco páginas ao fim do encontro neste sábado, com o objetivo de conter a pior crise financeira desde a Grande Depressão dos anos 30. "Além do comunicado de cinco páginas, há um plano de ação detalhado com uma série de medidas e regras, ordenadas e com objetivos, com uma data fundamental, a de 31 de março de 2009", afirmou uma fonte da presidência francesa.

O comunicado destacará o compromisso dos países para executar esforços simultâneos, recorrendo a políticas orçamentárias e monetárias e apoiando o FMI (Fundo Monetário Internacional) e os bancos em desenvolvimento. "Não deixaremos nenhum país para trás", insistiu a fonte.

Com Efe

 

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