Após G20, Morales anuncia reunião de presidentes antiimperialistas
colaboração para a Folha Online
O presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou neste domingo (16) que "oito presidentes antiimperialistas" se reunirão em Caracas, na Venezuela, no dia 26 de novembro "para planejarem formas de servir melhor aos povos da América Latina e do mundo".
O anúncio foi feito um dia após a Cúpula G20 (que reúne os países mais ricos e os principais emergentes), que foi realizado em Washington, nos Estados Unidos.
Segundo o presidente boliviano, a reunião não será apenas para analisar a crise financeira mundial, mas para que os líderes destes oito países, que não detalhou, definam como se fortalecerão e complementarão suas ações para servirem aos povos.
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| Martin Alipaz/Efe |
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| Evo Morales anunciou reunião com presidentes antiimperialistas e afirmou que a crise financeira mundial não será o único tema |
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, anunciou a reunião esta semana, encontro para o qual convidou os líderes de Cuba, Nicarágua, Bolívia, Honduras e República Dominicana, membros da Alba (Alternativa Bolivariana para as Américas) junto com a Venezuela, e os 18 países que integram a Petrocaribe.
Segundo Chávez, a reunião deve tomar "decisões para enfrentar" a crise econômica mundial e favorecer os povos dos países convocados. Morales se referiu ao assunto ao comentar a Cúpula do G20, dos quais disse que são os "responsáveis" pela crise financeira por impulsionarem o capitalismo.
Acordo do G20
Na declaração final da Cúpula do G20, os líderes se comprometeram a realizar uma reforma dos mercados financeiros por maior transparência e regulação, e que promova uma maior integridade no sistema. Além disso, o documento mostra que existe consenso entre os países quanto a necessidade de reformar instituições financeiras internacionais.
Leia íntegra da declaração final do G20, em inglês
No documento, os líderes do grupo --cujos países representam 85% da economia mundial-- se comprometem a aplicar medidas fiscais para estimular as economias nacionais, e lista seis áreas que devem ser priorizadas antes de 31 de março de 2009.
As prioridades apontadas são: a reforma dos aspectos da regulação que colaboram para a crise, as normas de contabilidade, a transparência dos mercados derivados, as práticas de remuneração e a avaliação das necessidades de capital das instituições financeiras internacionais.
Poder para emergentes
O documento apontou que os líderes do G20 concordaram em aumentar a representação dos países em desenvolvimento no FMI (Fundo Monetário Internacional) e no Banco Mundial. "Estamos decididos a fazer avançar a reforma das instituições de Bretton Woods, de forma a refletir melhor a evolução dos respectivos pesos econômicos na economia mundial para aumentar sua legitimidade e eficácia", destaca o texto.
"Nesse sentido, as economias emergentes e em desenvolvimento, incluindo os países mais pobres, devem ter sua voz mais ouvida e ser melhor representados", afirma o comunicado oficial.
Na reunião em Washington, os Chefes de Estado e governo do G20 concordaram em se reunir novamente antes do dia 30 de abril de 2009, "com o objetivo de verificar a execução dos princípios e decisões" adotados ontem.
Com agências Efe e France Presse
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Especial



Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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