Lamy quer avanços na Rodada Doha para cumprir promessa do G20
da France Presse, em Genebra
O diretor gerente da OMC (Organização Mundial do Comércio), Pascal Lamy, pediu nesta quinta-feira aos negociadores que redobrem seus esforços para cumprir as promessas feitas pelos líderes mundiais no sentido de concluir um acordo de liberalização mundial do comércio ainda este ano.
Líderes do G20 se comprometeram, no fim de semana, em Washington, a se esforçar para chegar a um acordo este ano sobre as modalidades que levem à conclusão satisfatória da Rodada Doha, "com um resultado ambicioso e equilibrado", para enfrentar a crise econômica.
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Lamy deu as boas vindas a este novo "ímpeto político", mas disse que muitos assuntos técnicos sobre as negociações na sede da OMC ainda devem ser resolvidos.
"Este elevado nível de compromisso para melhorar o sistema de comércio mundial é vital para o sucesso de nossas negociações. O que precisamos agora é que esta prova de apoio se traduza em ações na mesa de negociações em Genebra", disse lamy, em um comunicado.
O anfitrião da Cúpula do G20 sábado, o presidente americano George W. Bush, disse que os esforços renovados para concluir a Rodada Doha eram uma "parte muito importante desta cúpula."
"Há um esforço para ver se conseguimos completar as modalidades para Doha no fim de dezembro", indicou. Qualquer acordo alcançado antes do fim do ano teria de ser submetido em seguida à confirmação dos membros da OMC.
Também há dúvidas sobre a posição do presidente americano eleito, Barack Obama, sobre temas comerciais. Obama teria de ratificar qualquer acordo quando substituir Bush em 20 de janeiro. A campanha eleitoral de Obama teve ocasionalmente um caráter protecionista.
As negociações da OMC estão estancadas pelas divergências entre os países industrializados e os países emergentes, principalmente no que se refere a assuntos agrícolas.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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