Analista do Santander diz que liderança do Brasil é trunfo da América Latina
da Efe, em Madri
O diretor de análise e estratégia da América Latina do grupo financeiro espanhol Santander, José Juan Ruiz, disse nesta segunda-feira estar otimista sobre a capacidade da região para enfrentar a crise financeira e destacou o papel de liderança adotado pelo Brasil.
Ruiz, que discursou na Tribuna Ibero-Americana, um fórum organizado pela agência de notícias Efe e pela Casa de América, de Madri, destacou também como ponto positivo já ter ocorrido a maior parte dos ajustes nos preços das matérias-primas.
Segundo ele, o Brasil é atualmente o principal país da América Latina para fazer frente à crise financeira, já que se transformou em uma "âncora de estabilidade econômica" para a região.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou neste fim de semana em Washington da cúpula G20 (que reúne os países mais ricos e os principais emergentes), que desenhou a agenda para redefinir o sistema financeiro mundial.
O diretor do Santander disse também que algumas "debilidades históricas" da América Latina se transformaram em "fortalezas", entre elas o controle do déficit, a redução do endividamento e o maior potencial de crescimento.
Ruiz disse que confia na capacidade da sociedade civil em alguns países latino-americanos para fazer frente à crise e evitar uma depressão na região.
Em relação às medidas que devem ser adotadas, o diretor do Santander aconselhou os países latino-americanos a pensarem a médio prazo e a não se esquecerem da estabilidade dos preços.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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