Ford vende 20% das ações da Mazda por US$ 540 milhões
da Efe, em Washington
A Ford anunciou nesta terça-feira que venderá 20% das ações da Mazda à montadora japonesa e a um grupo de seus parceiros comerciais em troca de US$ 540 milhões para aumentar sua liquidez. A Ford manterá em seu poder 13,4% do conjunto de ações de Mazda, o que ainda a mantém como maior acionista da empresa japonesa.
A montadora americana, que conservará um posto no conselho de administração da Mazda, disse que as "duas companhias continuarão sua bem-sucedida relação estratégica", que se mantém há cerca de 30 anos.
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"Este acordo permite à Ford obter capital que ajudará a financiar nossa transformação", acrescentou em comunicado o presidente e executivo-chefe da Ford, Alan Mulally.
"A venda das ações da Mazda por parte de nossa sócia, a Ford, não representará nenhuma mudança na nossa direção estratégica", destacou o presidente e executivo-chefe da montadora japonesa, Hisakazu Imaki.
A Ford explicou que manterá as empresas conjuntas que tem com a Mazda. As duas companhias também seguirão compartilhando plataformas e motorização.
A General Motors anunciou ontem a venda de 3% da Suzuki --a totalidade de sua participação na empresa-- para aumentar sua liquidez. A GM calcula que obterá US$ 230 milhões com a venda.
GM, Ford e Chrysler estão negociando com o governo dos Estados Unidos a concessão de bilhões de dólares em ajudas para superar a grave crise financeira que atravessam.
Nos dois últimos anos, as três montadoras americanas perderam bilhões de dólares e eliminaram dezenas de milhares de postos de trabalho na pior crise de sua história.
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Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
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Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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