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Dinheiro
18/11/2008 - 13h50

Índia afirma que G20 superou G7 na resolução de problemas econômicos

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da Efe, em Nova Déli

O ministro de Finanças indiano, Palaniappan Chidambaram, disse nesta terça feira que o G20 (grupo que reúne os países mais ricos e os principais emergentes) transformou-se no fórum mundial mais importante para resolver problemas econômicos.

A declaração indiana segue a linha adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas que encontra resistência por parte do primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi.

"O G7 (os sete países mais ricos do mundo) reconheceu tardiamente que não tem a solução para todos os problemas", disse Chidambaram durante a realização do Fórum Econômico Indiano, segundo um comunicado emitido pela organização.

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Chidambaram, que fez parte da delegação indiana que viajou a Washington para participar, no último dia 15, da Cúpula do G20, classificou a reunião de "um bom começo", e afirmou que as economias emergentes estão "felizes" com o encontro.

"O G20 chegou para ficar como o mais importante fórum para tratar os assuntos financeiros e econômicos do mundo. É um fórum muito melhor que o G7", acrescentou o ministro, segundo a nota.

No entanto, Chidambaram mostrou-se preocupado com a falta de acordo dos países participantes sobre a formação de um organismo global de supervisão para implantar as medidas estipuladas.

Além disso, lamentou que os esforços globais para atenuar a crise econômica aconteçam em meio ao processo de mudança no governo americano, com o fim do mandato do presidente George W. Bush e a chegada de Barack Obama à Casa Branca.

Polêmica

A discussão sobre o papel do G20 e do G7 na reorganização da política econômica mundial está polarizada entre os que defendem o primeiro grupo --os países mais pobres-- e o segundo --os países mais ricos. Tem também aqueles que não estão alinhados com nenhum dos dois segmentos e pregam uma "política antiimperialista", como a Venezuela e a Bolívia.

Berlusconi defende o grupo rico frente ao G20 por entender que a Europa iria perder muita influência com a composição maior de países. "A partir de 1º de janeiro, teremos a presidência do G8 (que inclui a Rússia), que não foi apagado pelo G20. Na realidade, certos problemas devem ser discutidos por países cujas democracias estão consolidadas, enquanto outros países, que integram o G20, ainda estão no caminho para a democracia".

Por sua vez, Lula considera que o grupo dos países ricos será transformado em "um clube de amigos". Ele explicou que há seis meses nunca teria imaginado que o G20 ia ser o grupo escolhido "para definir de forma coletiva a reforma da economia mundial".

O G8 conta com Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia. O G20 tem ainda a União Européia, África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coréia do Sul, Índia, Indonésia, México e Turquia.

Comentários dos leitores
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
sem opinião
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Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Esses políticos brasileiros são vaidosos e ingenuos.
Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Um projeto megalomanico dentro de um sistema interncional decadente com vários episodios de falência. Vão acabar vendendo as construções sor 20% do valor sem opinião
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