Para FHC, 2009 será mais difícil que o atual por efeitos da crise
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse nesta terça-feira não acreditar que o Brasil fique "alheio" às conseqüências da crise econômica internacional. FHC afirmou ser impossível prever se o pior da crise já passou, mas disse que o ano de 2009 será "mais difícil" que o atual.
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"O pior não passou, não se sabe, tomara que tenha passado, mas é imprevisível. Faz muito pouco tempo, achavam que a crise não ia nos alcançar. O ano mais difícil será o ano que vem. Temos que ser prudentes e não pessimistas, mas prudentes", afirmou.
O ex-presidente disse que, ao se analisar o cenário internacional, é possível constatar que 2009 não será um ano de expansão econômica. "Só ouço ranger de dentes em todos os setores. Imaginar que o Brasil vai ficar alheio a isso, que será apenas uma marola, vai pegar fundo. Eu acho que o governo tem que se antecipar a isso, tomar medidas", afirmou.
Na opinião do ex-presidente, o governo "não tem toda a força do mundo", por isso precisa agir para combater a crise. FHC lembrou que, apesar das iniciativas internacionais de viabilizar a liquidez (oferta de dinheiro) dos mercados, a economia não conseguiu reagir à crise.
"Nunca houve nos últimos anos esforço tão grande dos bancos centrais para dar liquidez e, apesar disso, continua a falta de confiança. Estamos diante de situação delicada e provavelmente o ano que vem será delicado. É importante manter elevada a expectativa de crescimento, mas as importações estão caindo. A economia chinesa está parando. Isso diminui as compras e isso vai ter efeitos, ninguém tenha dúvidas", afirmou FHC.
O ex-presidente participou nesta terça-feira, em Brasília, de seminário na CNI (Confederação Nacional da Indústria) sobre os 20 anos da Constituição Federal. FHC também se reuniu, no Congresso, com o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN).
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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