Casa Branca defende acordo com Congresso sobre ajuda a montadoras
da Efe, em Washington
A Casa Branca espera conseguir um acordo com o Congresso esta semana para liberar as negociações sobre a forma de resgatar a indústria automotiva, apesar da insistência democrata em aprovar um novo plano de empréstimos para o setor, afirmou a porta-voz Dana Perino nesta terça-feira.
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Ela lembrou que o Congresso já aprovou em setembro um plano de US$ 25 bilhões, dirigido pelo Departamento de Energia americano (DOE).
"Certamente que continuamos esperançosos em encontrar uma solução bipartidária. Achamos que já temos uma solução bipartidária (...) onde o dinheiro já foi aprovado para ajudar as fabricantes de automóveis" através do programa do DOE, destacou.
A porta-voz assegurou que a Casa Branca continuará as negociações com os líderes do Congresso para ver se podem "forjar um acordo" esta mesma semana.
O governo americano coincide com os democratas em que a General Motors (GM), Ford e Chrysler precisam de sua ajuda para evitar a falência, mas diferem amplamente em torno da fonte desse auxílio.
Os democratas estão pressionando para um novo plano de empréstimos de até US$ 25 bilhões, cujo valor viria do plano de resgate financeiro de Wall Street de US$ 700 bilhões que o Congresso aprovou em outubro.
No entanto, o presidente George W. Bush, assim como muitos republicanos no Legislativo, rejeita a idéia de ajudar empresas alheias ao setor financeiro como parte do pacote de ajuda a Wall Street.
Segundo Perino, o programa de empréstimos do DOE poderia ser alterado de forma que permita agilizar a entrega de fundos às companhias que "possam demonstrar viabilidade".
"Simplesmente não achamos que devemos fornecer os US$ 25 bilhões que já estão sobre a mesa e outros US$ 25 bilhões, a menos que as companhias possam nos demonstrar que têm um plano a longo prazo para sua viabilidade", ressaltou a porta-voz.
As duas Câmaras do Congresso realizam hoje audiências para examinar a crise econômica e como solucioná-la.
O líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, disse que, apesar da oposição republicana, tentará submeter à votação amanhã uma extensão dos benefícios de desemprego e ajudas para a indústria automotiva.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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