Endividamento da Alemanha será quase o dobro do previsto em 2009
da Efe
da Folha Online
O endividamento da Alemanha será, em 2009, quase o dobro do previsto pelo governo, em conseqüência da crise financeira internacional, informa hoje o diário "Süddeutsche Zeitung".
Segundo a reportagem, o endividamento deve subir para 17,9 bilhões de euros (US$ 22,5 bilhões), frente aos 10,5 bilhões de euros (US$ 13,2 bilhões) previstos na minuta orçamentária elaborada no meio do ano. A comissão orçamentária diz que terá nesta quinta-feira (20) uma versão revisada da minuta para o orçamento geral do governo em 2009.
O ministro das Finanças, Peer Steinbrück, tinha estipulado como objetivo eliminar o déficit governamental até 2011, mas após a explosão da crise internacional, reconheceu que a meta não poderá ser alcançada antes do final da próxima legislatura --ou seja, até 2013.
Os novos dados divulgados pelo "Süddeutsche Zeitung" põem inclusive em dúvida o novo objetivo, pois, segundo o diário, os planos orçamentários a médio prazo indicam que em 2012 ainda haverá um novo endividamento de 10 bilhões de euros (US$ 12,6 bilhões).
O PIB (Produto Interno Bruto) da Alemanha caiu no terceiro trimestre de 2008, a segunda queda consecutiva do indicador, colocando a maior economia da Europa em recessão. O PIB caiu 0,5% em relação ao segundo trimestre do ano, segundo dados do Departamento Federal de Estatística. No segundo trimestre do ano, a economia alemã teve um retrocesso de 0,4%, enquanto no primeiro, o PIB subiu 1,4%. As quedas são as primeiras desde 2004.
A baixa do PIB alemão teve sua origem na queda das exportações e na redução da demanda interna. O departamento de estatística, com sede em Wiesbaden, informou que a baixa do PIB se deve fundamentalmente ao retrocesso da atividade econômica nos meses de julho a setembro.
As exportações, o principal motor da economia alemã, sofreram uma queda nos meses do verão europeu e, como as importações registraram de forma simultânea uma alta significativa, as vendas no exterior não contribuíram suficientemente para o crescimento.


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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