BCE pede coordenação de setores público e privado para superar crise
da Efe
da Folha Online
O presidente do BCE (Banco Central Europeu), Jean Claude Trichet, pediu cooperação maior entre os setores público e privado para superar a grave crise econômica e financeira, em uma entrevista ao canal britânico Sky News.
"Essa é a primeira vez que está em jogo o coração das finanças dos países industrializados, e atravessamos uma etapa muito difícil e turbulenta."
"Isto é novo, é a primeira vez que acontece desde a Segunda Guerra Mundial", afirmou.
Para Trichet, a crise só pode ser solucionada com "os esforços conjuntos das autoridades, bancos centrais e governos, e o setor privado tem um papel fundamental para sairmos desta situação".
Sem anunciar um prazo concreto, Trichet disse que ainda vai levar um tempo para o mundo sair da crise. "Mas todos devemos assumir nossas responsabilidades nesse difícil episódio."
Na semana passada, a Eurostat (a agência européia de estatísticas) informou que o PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro teve uma contração de 0,2% no terceiro trimestre do ano, na comparação com o segundo trimestre --quando também houve contração de 0,2% na comparação com o período imediatamente anterior. O dado, ainda preliminar, indica que a região entrou pela primeira vez em recessão, definida como uma seqüência de dois trimestres consecutivos de desempenho econômico negativo.
Nos 27 países da União Européia (UE), também houve contração de 0,2% no PIB do trimestre passado. O bloco ainda não entrou em recessão, no entanto, porque não houve variação no PIB do segundo trimestre deste ano.
Na sexta-feira (14), o economista chefe do BCE, Jürgen Stark, sugeriu que a instituição pode voltar a cortar seus juros para lutar contra a recessão. "Se a análise [dos dados econômicos] permitir, não excluiremos a utilização, mais uma vez, deste instrumento", ou seja, um corte das taxas, declarou em entrevista a uma rádio local.
O BCE já reduziu sua principal taxa em um ponto percentual em um mês, deixando-a em 3,25%. Trichet sinalizou que o banco não vai parar por aí.



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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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