Bovespa avança 0,44% após abertura; dólar atinge R$ 2,36
da Folha Online
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) mostra recuperação moderada nos primeiros negócios desta quarta-feira, após três dias consecutivos de perdas. Os investidores, no entanto, estão bastante pessimistas com os rumos da economia global, principalmente com a situação complicada do setor automotivo americano. A perspectiva de uma recessão global derruba os preços das commodities, o que deve afetar diretamente algumas das principais ações da Bovespa. Em um ambiente bastante nervoso, a taxa de câmbio alcança R$ 2,36.
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O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, avança 0,44%, aos 34.244 pontos. Ontem, a Bolsa fechou em baixa de 4,5%.
Em Nova York (Nymex), o barril de petróleo é cotado abaixo de US$ 54.
O dólar comercial é cotado a R$ 2,367 para venda, em forte alta de 1,63% sobre a cotação de ontem. A taxa de risco-país marca 472 pontos, número 1,28% acima da pontuação anterior.
As Bolsas asiáticas concluíram os negócios em baixa, acusando o mau humor dos investidores: em Tóquio, a Bolsa local perdeu 0,66%, enquanto em Hong Kong, o recuo foi de 0,77%. Na Europa, a Bolsa de Londres cede 2,30% enquanto o mercado de Frankfurt retrai 3,32%.
Entre as primeiras notícias do dia, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que a taxa de desemprego recuou de 7,6% em setembro para 7,5% em outubro. É o melhor resultado para um mês de outubro, e o segundo melhor da série --iniciada em março de 2002--, atrás apenas de dezembro de 2007 (7,4%).
No cenário externo, investidores e analistas devem monitorar um índice de preços bastante influente nos EUA --o CPI (preços ao consumidor). Economistas do setor financeiro projetam uma deflação de 0,8% para outubro. A projeção para o 'núcleo' do índice (cálculo que exclui os preços de energia e alimentos) é de 0,2%.
O mercado também deve ficar atento à divulgação da minuta do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês, equivalente ao Copom no Brasil), previsto para as 17h (hora de Brasília). O documento deve trazer as análises dos integrantes do Fed (banco central americano) sobre a economia dos EUA.
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Especial


Ninguem sabe o que vai acontecer amanha, pouquissima gente sabe o que vai acontecer o ano que vem, mas quase todo mundo sabe o que vai acontecer nos proximos 5 anos.
Por isso mesmo a bolsa nao eh investimento pra amanha, nem pro ano que vem, ela eh investimento de longo prazo e historicamente rende mais do que qualquer outra aplicacao.
Por isso, se voce for por seu dinheiro suado em algum lugar, pense antes em quanto tempo voce pretende deixa-lo la. Se for deixar la por uma semana, poe na carteira; se for deixar por seis meses poe na poupanca; se for deixar por um ano poe no fundao e se for deixar por 5 anos ou mais poe em acoes...
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Mais, investidor sozinho nao faz volume nenhum, nem em Nova Iorque e muito menes em SP...aos jornalistas podem falar o que quiserem, quem manda nos mercados sao os fundos.
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