FMI avalia que oferta de crédito melhorou, mas crise não acabou
da Folha Online
da France Presse, em Paris
O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, considerou nesta quarta-feira que a crise financeira não terminou e que o congelamento do crédito, apesar de não ser tão difícil como nos últimos meses, continua impedindo o bom funcionamento do sistema financeiro.
"O congelamento do crédito não está mais tão difícil, mas o pouco de circulação [de crédito] não é suficiente para que o sistema funcione bem", indicou o chefe do fundo.
"O mercado interbancário não se recuperou, estamos muito longe disso", acrescentou.
Em entrevista a BBC Brasil, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse na última segunda-feira (17) que a instituição precisará de pelo menos mais US$ 100 bilhões para aumentar sua participação na ajuda os países afetados pela crise financeira internacional. Segundo ele, o fundo tem liquidez suficiente para o futuro imediato, mas precisará de mais recursos ao longo dos próximos seis meses.
O FMI dispõe de US$ 200 bilhões para emprestar aos estados-membro em dificuldade. O Japão anunciou na última sexta-feira (14) que poderia aplicar US$ 100 bilhões suplementares.
Leia mais
- Dúvidas sobre financiamento do FMI seguem vigentes, diz diretor do fundo
- FMI pede mais fundos para ajudar países contra crise
- Brasil perde US$ 13 bi no fluxo cambial financeiro em dois meses de crise
- Preços ao consumidor nos EUA mostram maior queda desde 1947
- Toyota vai interromper produção por dois dias nos EUA e Canadá
Livraria
- Livro orienta sobre COMO CAPTAR DINHEIRO para sua empresa ou negócio
- Conheça a obra visionária de Marx e entenda o CAPITALISMO E SUAS CRISES; leia capítulo
- Folha Explica o DÓLAR e sua importância no mundo globalizado
Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar
avalie fechar