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Dinheiro
19/11/2008 - 15h27

Apesar da crise, banqueiros latino-americanos defendem auto-regulação

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da France Presse, na Cidade do Panamá

Os banqueiros latino-americanos defenderam a auto-regulação para favorecer os fluxos de capital na região e superar a falta de liquidez em uma assembléia, na qual afirmaram que a crise financeira foi favorecida por falhas das entidades reguladoras e das agências de classificação de risco.

Os membros da Felaban (Federação Latino-Americana dos Bancos), que encerraram sua assembléia anual na terça-feira na Cidade do Panamá, rejeitaram medidas protecionistas e o estabelecimento de mais regulações para combater a crise, defendendo o livre fluxo de capitais.

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"A auto-regulação é boa e estamos estudando práticas melhores de governo administrativo" das empresas financeiras, disse à agência France Presse o brasileiro Ricardo Villela, que substituiu o equatoriano Fernando Pozo na presidência do órgão.

"Precisamos melhorar os padrões e práticas de controle e transparência para trabalhar em conjunto com os especialistas nacionais e internacionais de cada país", estimou Villela, presidente de Operações Latino-Americanas do banco Itaú.

A Felaban, integrada por entidades financeiras de 19 países da região, destacou casos bem-sucedidos de auto-regulação no Brasil, no Chile e na Colômbia.

Comentários dos leitores
Fernando Andrade (14) 04/07/2009 13h52
Fernando Andrade (14) 04/07/2009 13h52
Marolinha
O povo brasileiro não sabe o poder que tem. Leio muitos comentários aqui passando a ideia de que nós estamos sofrendo com a crise, que é muito mais do que o presidente Lula falou, que estamos numa pior..enfim. Claro que estamos sendo afetados pela crise, quem não está? Mas essa crise é muito mais psicológica do qualquer outra coisa para nós. Podemos sair dele numa boa e estamos nos virando bem, quer queiram ou não! O povo brasileiro (de verdade) mudou após a era Lula. Esses sim são sinais claros de que devemos acreditar no Brasil. Não um bando de pessimistas que gostam de menosprezar o Brasil.
O que falta realmente é um povo unido para juntos combatermos a desigualdade social, melhoramos a educação e criarmos o alicerce para que este país seja um lugar melhor para se viver. Parem de criticar e apresentem soluções!!!!
sem opinião
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M Mig (1471) 03/07/2009 15h00
M Mig (1471) 03/07/2009 15h00
Ontem ouvi no rádio um jornalista que fala sobre o mundo automotivo dizer que não houve tsunami e nem marola por que o brasileiro continua comprando carros. Ora, um habito comum ao brasileiro é a ostentação, para isso muitos se endivida para adquirir bens que não são compatíveis com seu nível de vida. Esse fenômeno podemos observar principalmente com três bens de consumo:
-Roupas e calçados: O sujeito ganha mil e quinhentos reais, mas ele tem um tênis que custa seiscentos reais.
-Celular: A pessoa economiza até em sua alimentação, mas tem um smartfone.
-Carro: O sujeito se endivida por oito anos para comprar um carro (em 2007 o aumento de financiamentos de veículos aumentou 43,5% e desde então tem crescido a cada ano) e muitas vezes não tem dinheiro para mantê-lo ou para pagar pelo financiamento, o que causa o aumento do número de recuperações de veículos por financeiras (observado desde o ano passado).
Em suma, o jornalista fez uma afirmação ignorando que a compra de carros é impulsionada pela capacidade de endividamento, ignorando as centenas de milhares de demissões (comprovadas pela redução de captação de impostos), o aumento da inadimplência (cheque especial e financiamento de veículos são os lideres). A disseminação desse tipo de convicção cega e impede que a população exija retidão e resultados do governo federal. É lamentável que um jornalista use as atribuições de sua função para disseminar sua opinião ignorando os fatos.
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Sergio Torres da Silva (104) 02/07/2009 20h27
Sergio Torres da Silva (104) 02/07/2009 20h27
Condenado a 150 anos e cobertura confiscada.
Um belo exemplo de, liberdade enquanto conseguiu esconder e punição quando foi descoberto.
Acho que precisamos, aqui no Brasil, exercitar mais os atos de punição.
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