Apesar da crise, banqueiros latino-americanos defendem auto-regulação
da France Presse, na Cidade do Panamá
Os banqueiros latino-americanos defenderam a auto-regulação para favorecer os fluxos de capital na região e superar a falta de liquidez em uma assembléia, na qual afirmaram que a crise financeira foi favorecida por falhas das entidades reguladoras e das agências de classificação de risco.
Os membros da Felaban (Federação Latino-Americana dos Bancos), que encerraram sua assembléia anual na terça-feira na Cidade do Panamá, rejeitaram medidas protecionistas e o estabelecimento de mais regulações para combater a crise, defendendo o livre fluxo de capitais.
Leia a cobertura completa da crise nos EUA
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Veja os países e instituições financeiras afetados diretamente pela crise
"A auto-regulação é boa e estamos estudando práticas melhores de governo administrativo" das empresas financeiras, disse à agência France Presse o brasileiro Ricardo Villela, que substituiu o equatoriano Fernando Pozo na presidência do órgão.
"Precisamos melhorar os padrões e práticas de controle e transparência para trabalhar em conjunto com os especialistas nacionais e internacionais de cada país", estimou Villela, presidente de Operações Latino-Americanas do banco Itaú.
A Felaban, integrada por entidades financeiras de 19 países da região, destacou casos bem-sucedidos de auto-regulação no Brasil, no Chile e na Colômbia.



avalie fechar
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
avalie fechar
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
avalie fechar