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Dinheiro
19/11/2008 - 20h36

Presidente da Vale diz que "faz ginástica" para não demitir funcionários

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da Agência Brasil

O presidente da Vale, Roger Agnelli, afirmou nesta quarta-feira, ao comentar os efeitos da crise financeira mundial, que a mineradora está "fazendo ginástica" para não demitir funcionários.

"O que estamos fazendo é uma ginástica no sentido de manter nossos empregados, porque é um investimento pesado que sempre fizemos na formação dos nossos técnicos, e não é hora de perder", afirmou Agnelli.

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Ele disse ainda confiar em uma retomada lenta do crescimento a partir de fevereiro ou março do próximo ano. Até lá, avaliou que não serão necessários cortes de postos de trabalho.

Agnelli lembrou que, por conta da crise, a mineradora já reduziu em 30 milhões de toneladas a produção de minério de ferro.

"Tivemos que frear a produção. Todos tiveram que frear. Não é questão de preço, é a demanda." E completou: "O mercado parou, estão todos esperando para ver o que vai acontecer."

Crédito

A Vale firmou hoje convênio com o banco Korean Kexin Bank para obter linha de crédito no valor de US$ 1 bilhão. O recurso será usado no aumento da produção de matérias-primas como minério de ferro, cobre e níquel para exportar para a Coréia do Sul.

"Por enquanto, é uma linha de crédito que requisitamos, e eles concordaram em nos ceder. Então, vamos ver em quais projetos usaremos esse dinheiro", disse o presidente da Vale.

Comentários dos leitores
J. R. (397) 08/07/2009 13h46
J. R. (397) 08/07/2009 13h46
Crise? Aqui não haverá crise. Nossos trilhões da reserva do tesouro está no FED impresso em verdinhas, sem lastro mas tudo bem. Isso é que é ser solidário. sem opinião
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Jurgen Filip Merkel Gunsch (4) 08/07/2009 11h59
Jurgen Filip Merkel Gunsch (4) 08/07/2009 11h59
E se a crise estiver apenas começando ??? 2 opiniões
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Cristiano Garcia (256) 08/07/2009 08h34
Cristiano Garcia (256) 08/07/2009 08h34
O Vaticano pedir uma nova ordem financeira mundial baseada na ética ... Isso é muito risivel.
Eu ainda me lembro do quebra do banco Ambrosiano na Italia, e que apesar das claras falcatruas promovidas do arcebispo Paul Marcinkus, e como o mesmo Vaticano moveu mundos e fundos para comprar a inocencia do referido meliante, e conseguiu.
Precisamos de uma nova ordem financeira mundial, mas o Vaticano não tem moral para pretender levar essa bandeira. Um estado riquissimo, onde a luxuria, e o desprezo pelo sofrimento alheio fica evidente na quantidade de bens acumulados, e que poderiam ser utilizados para minorar o sofrimento dos desvalidos.
E no passado como ja mencionou aqui o leitor Vladimir Tzonev, a igreja catolica patrocinou o assassinato em massa, com requintes de perversidade e de forma extremamente cruel, aqueles que se recusavam aceitar suas doutrinas.
Então para mim, o Vaticano, seu rei, seus vassalos e etc, não possuem um pingo de ética.
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