Bolsas da Ásia voltam a cair com temor de recessão mundial
da Folha Online
Atualizado às 08h30.
As Bolsas de Valores da Ásia voltaram a cair nesta quinta-feira com o temor dos investidores sobre uma recessão mundial. Contribuíram com a queda na região da Ásia-Pacífico as fortes perdas na Bolsa dos Estados Unidos, as más notícias sobre a economia americana e a dificuldade das montadoras do país em conseguir um pacote de ajuda financeira do governo federal.
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No Japão, a união do iene forte ante o dólar e dos maus resultados de empresas do setor bancário derrubou a Bolsa de Tóquio: -6,89%, aos 7.703,04 pontos. "Temos que considerar que podemos cair mais do que em outubro [considerado o pior mês da crise], principalmente se as Bolsas dos EUA e o dólar continuarem caindo", afirmou Takashi Ushio, da Marusan Securities.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 4,04%. A Austrália caiu 4,32%. Na Coréia do Sul, a Bolsa fechou com recuo de 6,7%. A China desacelerou menos: -1,67%.
A principal preocupação do momento para os investidores asiáticos é a saúde da economia dos Estados Unidos. Com resultados cada vez piores em seus indicadores, o país pode ser o próximo a entrar em recessão, segundo analistas.
O Japão (a segunda maior economia do mundo) e a zona do euro já admitiram recessão, após resultados negativos em seus respectivos PIBs (Produto Interno Bruto) no terceiro trimestre de 2008.
Turbulência nos EUA
Nesta quarta-feira, o Departamento do Trabalho informou que os preços ao consumidor no país tiveram a maior queda desde 1947: o CPI (Índice de Preços ao Consumidor, na sigla em inglês) registrou deflação de 1%. Já o Departamento de Comércio, por sua vez, declarou que a atividade de construção de imóveis residenciais bateu recorde de baixa no mês de outubro, com um recuo de 4,5%.
A gota d'água para os investidores veio no meio da tarde, com a divulgação da ata da última reunião do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês) do Fed, o BC americano. Nele, a autoridade monetária informou que a atividade econômica nos Estados Unidos continuará em recessão por até um ano.
Os resultados derrubaram as Bolsas : o índice Dow Jones Industrial Average, da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), fechou em baixa de 5,07%; o S&P 500 teve perda de 6,12%; a Bolsa Nasdaq recuou 6,53%.
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Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
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Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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