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Dinheiro
20/11/2008 - 14h30

Saiba mais sobre o banco estadual Nossa Caixa

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da Folha Online

As origens do banco estadual Nossa Caixa remontam à fundação da Caixa Econômica do Estado em 22 de março de 1917. Sua história, no entanto, retoma 1892, quando o governo de Bernardino de Campos autorizou a fundação de Caixas Econômicas no Estado de São Paulo --medida que, por ser considerada anacrônica, foi revogada posteriormente.

Até 1951, as Caixas Econômicas (uma em cada cidade do Estado) funcionavam como estabelecimentos autônomos, subordinadas à Secretaria da Fazenda. Em agosto de 1951, uma lei reuniu todas as Caixas Econômicas.

Em 1971, a instituição passou a operar como sociedade anônima e quase duas décadas depois recebeu uma nova reorganização estatutária, passando a banco múltiplo. A medida tinha o objetivo de "dar maior agilidade, lucro e poder de competição à instituição, fatores essenciais ao cumprimento de suas metas", conforme o próprio banco reporta.

No dia 6 de março de 1990, a Caixa Econômica do Estado de São Paulo S.A. era oficialmente transformada em banco múltiplo, com a denominação Nossa Caixa-Nosso Banco S.A.

A participação do banco no Sistema Financeiro Nacional equiparou-se às demais empresas bancárias, contando com grande variedade de produtos: caderneta de poupança, depósitos a prazo, open e over, créditos pessoal, rural e habitacional, descontos de duplicatas, serviço de cobrança, seguros e loteria instantânea, entre outros.

Em fevereiro de 2001, diante de um reposicionamento da marca em busca de novos mercados, a instituição passou a ser chamada de Banco Nossa Caixa S.A. A iniciativa foi procedida por uma reestruturação organizacional. No mesmo ano, a Assembléia Legislativa aprovou a alienação de até 49% do capital do banco e a criação de sete subsidiárias.

Fora de São Paulo

Único banco público de São Paulo, ainda 2001 a Nossa Caixa inaugurou sua primeira unidade fora do Estado, no município de Uberlândia (MG) e, na seqüência, em Londrina (PR), Belo Horizonte, Curitiba, Campo Grande e Rio de Janeiro. Por último, foi inaugurada a agência em Brasília.

A Nossa Caixa encerrou o terceiro trimestre deste ano com ativos no total de R$ 54,4 bilhões --ante R$ 54 bilhões no período anterior e R$ 46,5 bilhões no terceiro trimestre de 2007.

No final de setembro deste ano, o banco contava 5,7 milhões de clientes. Em depósitos, contabilizava R$ 34 bilhões no terceiro trimestre. A carteira de crédito total da Nossa Caixa cresceu de 33% em 12 meses até setembro, para R$ 11,489 bilhões.

As despesas administrativas somam, no final do terceiro trimestre deste ano, R$ 671,7 milhões (alta de 3,4% em relação ao trimestre anterior). No período, o lucro líquido foi de R$ 69,8 milhões, ante prejuízo líquido de R$ 67,9 milhões no mesmo período do ano passado, informou o banco nesta quinta-feira. Nos acumulado do ano, o lucro somou R$ 596 milhões, alta de 87,5% sobre os nove primeiros meses de 2007.

Comentários dos leitores
Olicio Adao Filho (7) 01/12/2009 13h59
Olicio Adao Filho (7) 01/12/2009 13h59
Eu concordo com o problema dos concursados, funcionários públicos, mas será que não existe gestores competentes para acabar com isto? Se for assim me levar a crer que quando as pessoas estão na iniciativa privada agem de uma forma e quando convidados para uma empresa pública não os mesmos. Agora quanto à venda do banco nossa caixa eu não vejo motivos para a sua venda. Está mexendo com milhares de vida. O que podia ser feito era uma boa administração para melhorar a qualidade técnológia e o atendimento. Onde as pessoas são cobradas eles acabam rendendo mais, onde não há cobrança as pessoas acabam se encostando mesmo. O que eu quero dizer é que era uma postura administrativa e por fim acharam melhor vender do que resolver. Resolver não traz dinheiro para as obras de final de mandato. A vida das pessoas pouco importa. sem opinião
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Camilo Perez Garcia (6) 18/11/2009 22h52
Camilo Perez Garcia (6) 18/11/2009 22h52
Será que não é possível "Privatizar" os políticos??
O segredo é o seguinte : valer eles não valem nada, então ai existe uma chance enorme do BRASIL enriquecer, é ´só vendê-los pelo preço que eles dizem que valer, devemos pensar a esse respeito. Ai haverá chance de ganhar uma boa grana e poderemos saber onde será aplicada, investida,
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Eduardo Giorgini (433) 18/11/2009 22h12
Eduardo Giorgini (433) 18/11/2009 22h12
É um mal pensar que por causa de um indivíduo ser concursado, ele é extremanente útil e diferenciado à outros cargos.
Cargo público em excesso e estabilidade contribui para o marasmo que o país é.
Infelizmente essa mentalidade do funcionario publico esta chegando às universidades federais. Agora tudo é cargo para ficar no sossego e estabilidade, não querem e nao gostam de dar aulas. Inicio do sulcateamento do que antes era razoável.
Brasil é um país muito louco e sem foco.
[]s
Eduardo.
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