Dinheiro
20/11/2008 - 14h50

Compra da Nossa Caixa pelo BB será paga em 18 parcelas

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da Folha Online

O pagamento do Banco do Brasil pela Nossa Caixa será realizado em espécie e dividido em 18 parcelas de R$ 299,250 milhões a partir de março de 2009, somando os R$ 5,386 bilhões, sendo R$ 70,63 por ação. Os valores serão corrigidos pela taxa Selic até o pagamento das respectivas parcelas.

Segundo comunicado do Banco do Brasil ao mercado, o valor da operação foi calculado com base em avaliação econômico-financeira elaborada por consultores contratados pelo Banco do Brasil, "a qual levou em consideração, entre outras metodologias, as perspectivas de rentabilidade futura e o fluxo de caixa descontado da Nossa Caixa".

De acordo com o banco federal, a negociação envolve 71,25% do capital na Nossa Caixa, o que dá o controle ao Banco do Brasil.

Ele informou ainda que dará aos acionistas minoritários as mesmas condições que ofereceu ao governo do Estado.

Os consultores contratados foram Merrill Lynch (assessor financeiro), além de PriceWaterhouseCoopers, Accenture e UBS Pactual, que assessoraram em outras áreas.

O banco federal informou ainda que serão preservados todos os pontos de atendimento da Nossa Caixa no Estado de São Paulo, assim como suas políticas financeira e creditícia, os programas sociais do governo estadual administrados atualmente pela Nossa Caixa e o patrimônio público, principalmente no que se refere a depósitos judiciais e operações financeiras privativas de instituições financeiras oficiais.

O comunicado também ressalta que a operação prevê a preservação dos interesses de correntistas, acionistas e funcionários.

A operação ainda está sujeita à aprovação de lei pela Assembléia Legislativa e outros órgão reguladores.

Arte/Folha Online
Comentários dos leitores
Camilo Perez Garcia (5) 18/11/2009 22h52
Camilo Perez Garcia (5) 18/11/2009 22h52
Será que não é possível "Privatizar" os políticos??
O segredo é o seguinte : valer eles não valem nada, então ai existe uma chance enorme do BRASIL enriquecer, é ´só vendê-los pelo preço que eles dizem que valer, devemos pensar a esse respeito. Ai haverá chance de ganhar uma boa grana e poderemos saber onde será aplicada, investida,
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Eduardo Giorgini (408) 18/11/2009 22h12
Eduardo Giorgini (408) 18/11/2009 22h12
É um mal pensar que por causa de um indivíduo ser concursado, ele é extremanente útil e diferenciado à outros cargos.
Cargo público em excesso e estabilidade contribui para o marasmo que o país é.
Infelizmente essa mentalidade do funcionario publico esta chegando às universidades federais. Agora tudo é cargo para ficar no sossego e estabilidade, não querem e nao gostam de dar aulas. Inicio do sulcateamento do que antes era razoável.
Brasil é um país muito louco e sem foco.
[]s
Eduardo.
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Luís R (3) 18/11/2009 19h22
Luís R (3) 18/11/2009 19h22
Claro que os func, da Nossa Caixa, na sua grande parte, não se caracterizam como usufrutuários de cabides de emprego, como sugeriu um comentário anterior. Mas sabemos que há sim muitos departamentos desnecessários nestes e noutros bancos estatais, acomodando um número grande de funcionários que estão lá porque não há vontade nenhuma de qualquer gestor em mudar a situação. Muita burocracia, a máquina trabalhando para si mesma. Muito cargo de diretor, superintendente, gerente de divisão, gerente geral, etc. Muitas reuniões de faz de conta, muito desperdicio do dinheiro público. São mesmo verdadeiras ilhas da fantasia. Privatize todos os estatais e veremos que o gestor particular terá maior competencia para administrar sem desperdicios. Ainda certamente recolherá maior volume de impostos como vimos acontecer nas teles e mineradoras. A população também terá melhpores serviços. Bastará apenas que esta tenha um canal apropriado para fazer valer cabalmente seus direitos de consumidor. O governo não precisa de empresas. Privatizar já a Petrobrás, BB, Cef, Bco Amazonia, e todas as demais estatais. Vai ser bo pra todo mundo. 6 opiniões
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